October 05, 2010

Paralelos entre Judaísmo e Mormonismo

Em que se assemelham as duas religiões (tirando a Torá)?



1. O Mormonismo respeita o Judaismo, desde que o Livro de Mormon indica que nefitas e outos povos são descendentes dos israelitas.

2. O Mormonismo trabalha pela paz com os judeus, (2 Nefi 29:8), uma vez que estes são descendentes dos Patriarcas e portadores do Sacerdócio e aqueles são parte das Tribos de Israel. Eles não alegam parte com os membros da Igreja, uma vez que não aceitam Cristo como o Salvador, mas nós os aceitamos assim como cremos que somos parte da Casa de Israel.

3. Os judeus são vistos como o Povo do Convênio pelos membros da Igreja. Hoje em dia, eles perderam um pouco a noção de que tribo pertencem, e somente os judeus levitas ainda têm sua cultura baseada nas tradições da tribo.

4. O Livro de Mormon contem historias dos descendentes dos povos judeus e Doutrina e Convênios possue muitas profecias em relação a eles. (exemplo: D&C 133:12-13)

5. Famílias do Livro de Mormon descendentes da Tribo de Manasses e imigrou para as Americas, cumprindo a profecia em Genesis 49:22. Já outra família descendente da tribo de Judá também imigrou na época da queda da Babilônia (600 B.C.).

6. Na torre do Assembly Hall na Temple Square em SLC, vemos a Estrela de Davi, que é o símbolo do judaísmo, pelo nosso respeito a eles, embora tratem os mórmons como qualquer outro grupo cristão.



7. Há alguns que estabelecem ligações entre os feriados judeus com as atividades e datas da Igreja:
- 23 de dezembro – Hanukah (judaísmo) – Aniversário de Joseph Smith
- 21 de setembro – Sukkot – Joseph recebe a visita do Anjo Moroni por 3 vezes que lhe conta sobre as placas.
- 22 de setembro – Hosh Ashana – Joseph recebe as placas alguns anos depois
- 1 de julho – Tamuz – Joseph completa a tradução do Livro de Mórmon
- 6 de abril – Nisan – A Igreja é reorganizada.
- 3 de abril – Pesach – Elias, Elias o profeta, Jesus e Moisés aparecem durante a dedicação do Templo de Kirtland.
- 24 de julho - Shabbat Nachamu – Brigham Young chega em Salt Lake City com as primeiros pioneiros.

8. Há um cemitério judeu em Salt lake City e a primeira mesquita construída no Estado obteve ajuda da Igreja.

9. A Igreja realizou Obra Vicária nos Templos para mais de 20 mil vítimas do Holocausto sem total conhecimento e permissão de suas famílias, o que foi, em 2002 pedido que fosse retirado e cancelado os registros genealógicos de mais de 19 mil dos ordenados, pois não obtiveram a aprovação da Sociedade Judaica, uma vez que quebra o Artigo 613 (punição divina para aqueles que saírem do judaísmo) do livro de leis que eles têm, o qual em 1995 a Igreja decidiu parar a menos que algum parente dos mesmos o realizasse (eu fiz mais de 550, com atestado de responsabilidade assinado e tudo.). Alguns dos judeus conhecidos ainda permanecem nos registros, como Rashi, Maimonides, Albert Einstein, Menachem Begin, Irving Berlin, Marc Chagall e outros, pois conseguiram autorizações para tal. Em 11 de abril de 2005 houve um encontro entre líderes judeus e mórmons para confirmação que os nomes não mais constavam do Indice Genealogico.

10. A Igreja chama de judeus os descendentes de Jacó (Israel), nascidos no sudeste de Judá.



11. Em 2 Reis 16:6 temos um paralelo com a vinda dos Nefitas, e a igreja se refere a seus membros como descendentes de José, enquando os judeus descendentes de Judá.

12. Existem alguns websites sobre judeus-mórmons (pesquise Jews-Mormons).

13. Existem duas Alas em Israel, uma em Jerusalem e outra em Tiberias. Mas lá eles não podem fazer proselitismo. Desdendentes de israelitas judeus podem imigrar a Israel cumprindo a ‘Lei do Retorno’.

14. A BYU em Jerusalem concentra mais apresentações culturais e de pesquisa, pois os protestos dos judeus ultra-ortodoxos não permitem que o campus seja seguro para uso normal (com a alegação que constuiram o campus lá para o proselitismo e conversão dos judeus aos cristianismo).

15. Agora, sobre semelhanças e diferenças, eu sei que os judeus não assumem Deus como uma pessoa com corpo, embora sejam monoteístas também. Por isso eles não aceitam Cristo como Salvador, pois esperam apenas um Deus, e consideram Cristo como uma pessoa normal como qualquer outra.

16. Há vários grupos em Israel de judeus a favor de Cristo, o que causa confusão pois os judeus dizem que se acreditarem em Cristo, perderão toda a cultura e tradição de serem judeus.



17. Judeus e LDS também proibem qualquer tipo de idolatria, mas aceitam o uso do anjo moroni como simbolo assim como os judeus aceitam o uso da estrela de seis pontas (Davi) como simbolo. ( A Comunidade de Cristo usa crucifixos como os católicos.)

18. Os judeus acreditam que o Messias será descendente da Casa de Davi e virá quando ocupará o Templo de Salomão, onde a ressurreição geral acontecerá, no que eles chamam de Fim dos Dias. O Templo de Salomão mantém a tradição (Yom Kippur) de juntar seus sumos sacerdotes e elevar a Arca do Convênio uma vez por ano, na Shekhina (presença de Deus) o que eles chamam de Holy of Holies. Na Igreja, o Profeta (presidente do sumo sacerdócio) recebe revelação direta do Senhor num local presente no Templo de SLC chamado Holy of Holies, exatamente como o do Templo de Jerusalem. De todos os 124 Templos em funcionamento, somente o de SLC possue o Holy of Holies. Havia também no Templo de Manti, mas agora é usado apenas como Sala de Selamento.




19. O Judaísmo ortodoxo aceita apenas Rabis (líderes da congregação que ensinam a lei judaica) homens. A Igreja dá o sacerdócio apenas aos homens. No Judaísmo reformado, eles ordenaram a primeira Rabi mulher em 1975, o Reconstrutivo em 1975 e o Conservativo em 1984. Já estes dois últimos aceitam gays e lésbicas também como Rabis além de realizarem casamentos de mesma orientação sexual aos montes. Na Comunidade de Cristo há mulheres liderando congregações.

20. Os judeus recebem o Sacerdócio pela descendência da Tribo de Levi ao nascerem uma vez que não reconhecem o Aarônico depois de Cristo. Já a Igreja na idade dos 12 anos pela ordenação das mãos conforme Cristo impôs em seus apóstolos. A linha do sacerdócio corresponde à:
- diáconos – exatamente como os levitas
- professor – correspondente a linha dos Kohathites
- sacerdotes – por linhagem
- Bispos – Correspondente a linha do sumo sacerdote aarônico dos levitas (não confundir com sumo de Melquisedeque).

21. A Igreja tem a Palavra de Sabedoria e os Judeus têm o Kashrut. Para os judeus boa comida é chamada de kosher, e má comida chamada de treifah. A base da lei do Kashrut é comer carne e vegetais bem limpos e inspeccionados, e separar o leite da carne nas refeições, ou seja, nunca ingerir os dois juntos. Já a igreja proíbe o álcool, mas os judeus precisam do Vinho que é tomado especialmente nos dois mais importantes feriados deles, no Passover e no Purim (o Peter que ia gostar dessa né!?).



22. O Shabbat, como os judeus chamam o dia sagrado ( o que em inglês também se diz Sabath), vai do pôr-do-sol da sexta feira ao pôr do sol do Sábado a noite, quando avistam no céu as 3 estrelas que simbolizam a Criação total feita por Deus ( já que eles não aceitam Cristo como o Salvador). Eles cozinham de véspera pra não ter que fazer absolutamente nada no dia (essa seria uma boa, ahah) e a comida tradicional deles é vinho e carne. Na Igreja o dia de descanso e reverência é comemorado no domingo, em observância da Ressurreição (após Cristo). Uma coisa interessante no judaísmo é que casais casados são incentivados a engajarem-se em relações sexuais no Shabbat, simbolizando a Criação e a pureza sagrada do ato entre marido e mulher. Os membros da Igreja em Israel e nos Emirados Árabes comemoram o Sabath da sexta para o sábado, onde também jejuam.

23. Quanto aos livros de um e de outro, o Judaísmo tem o Torah (que são o Pentateuco, os 5 livros de Moisés), o Nevi'im ( o livro dos profetas) e o Ketuvim (que são os escritos das leis) e ainda o Tanach (que nós conhecemos por Velho Testamento). O Tanach ainda é explicado a estudado a partir do Talmud, que é feito em duas partes: Mishnah (leis orais que foram passadas de geração para geração, mas que agora escreveram e compilaram em livros) e o Gemara ( comentários e ensinamentos de rabinos). No século 16 ainda foi escrito o Shulkhan Arukh (que é um estudo detalhado da Lei Mosaica). Os judeus acreditam que o Torah (que eles precisam ler em voz alta onde quer que estejam) foi dado a Moisés no Monte Sinai, como resultado da primeira lei dada por Deus, antes de Moisés quebrar as primeiras placas, e que partes estão perdidas (os escritos do Mar Morto foi uma parte encontrada como sendo faltante do Torah). Na Igreja utilizamos a Bíblia (Velho e Novo Testamentos – depois de Cristo) , O Livro de Mórmon (traduzido por Joseph Smith), Doutrina e Convênios ( um escrito das revelações de Joseph e de outros profetas) e a Pérola de Grande Valor ( livros de Moisés e Abraão).



24. Quanto às crenças sobre vida depois da morte. Os judeus acreditam que a ressurreição física virá com a vinda (considerada por eles a primeira) do Mashiach (Salvador) em Jerusalém. Todos os judeus onde estiverem no planeta, quando morrem, precisam ter seus caixões, covas ou túmulos, voltados para Jerusalém, como símbolo de estarem prontos para se levantarem e verem rapidamente a Cristo. A escatologia dos judeus conservativos aceitam em alguns casos a reencarnação. O espiritualismo judeu acredita que a alma quando morre fica num período de descanso e reflexão no máximo por 12 meses, chamado de Kaddish, no qual parentes e amigos oram constantemente durante este tempo. É completamente proibida na lei judaica a tentativa de contato com pessoas mortas. Judeus não acreditam em Céu ou Inferno. Eles acreditam que, se há algum prêmio para os melhores, serão para eles, que já se julgam salvos, uma vez que Deus é o Pai ‘deles’. Na Igreja sabemos que depois da morte iremos para o Mundo Espiritual intermediário (o que chamamos de Sheol) até a Segunda Vinda, quando acontecerá a Primeira Ressurreição, e, alcançaremos 3 graus de glória ( Telestial, Terrestrial e Celestial) dependendo de nossas escolhas aqui na Vida Mortal. Podemos ainda, segundo a Igreja nos tornarmos como o Pai Celestial é, pois sabemos que um dia Ele foi como nós. Realizamos as ordenanças vicárias pelos mortos em exemplo do que o Salvador pregou aos espíritos em prisão (1 Peter 3:18-20).



25. O Judaísmo não faz proselitismo, pois não aceita que alguém possa ser convertido, alem de desencorajar a conversão. Se surgir alguém que queira converter-se, a pessoa deverá ter aulas intensivas de estudo da Lei Mosaica e dos livros acompanhado por algum Rabi muitas vezes por anos e anos, antes de ter os mesmos direitos e privilégios dos judeus natos. Quando conscientes e sábios na Lei Judaica é feito o Milk-vah, que é um banho de imersão (que geralmente é utilizado antes do Shabbath ou cada vez depois de ejaculação ou menstruação ou parto – para se purificarem; para noivas, antes do casamento e os homens, devem ir todos os dias para manterem-se viris e puros – Curiosidade: as mulheres, nos judeus ortodoxos, JAMAIS podem ter relações sexuais com seus maridos menstruadas, e depois somente se banharem-se no milk-vah). É construído normalmente num quarto fechado como uma pequena piscina que possa ter água corrente, ou água de poço misturada com água de chuva. Existiam antigamente vários rituais, como, os Sacerdotes antes de entrar no Templo precisavam se banhar, bem como todo e qualquer objeto que no Templo fosse usado precisava ser lavado nos Milk-vahs. As mulheres precisam ter um milk-vah cada vez que têm relações sexuais com seus maridos, principalmente se tiveram menstruação antes) . Além de todos, homens e mulheres terem que se banhar antes de feriados sagrados. Existem milk-vahs separados para homens e mulheres e também em casas de funerais, onde os corpos são banhados antes de embalsamados. Após a imersão no milk-vah e a circuncisão exigida nos homens, existe a ablução no judaísmo onde o converso é ungido. Na igreja o batismo simboliza também a limpeza dos pecados, conversão para membro e também é feito por imersão total. A ablução é feita apenas nas ordenanças no Templo, simbolizando as antigas ordenanças que eram feitas no Tabernáculo em Israel (temos algo em Êxodo 28:40–42, 29:4–9, 29:20–21, 29:29–30, 30:18–21).



26. Quanto à poligamia, existem na época dos Hebreus (registros do Tanach) uma época de casamentos poligâmicos, onde cada irmão deveria suportar a esposa viúva de seu irmão, evitando assim que houvessem mais filhos de sangue diferente nas familias. Isso foi banido no século 11 sob alegação do pecado de Onan. Judeus moradores do Yenem e do Irah praticaram poligamia, uma vez que é a lei e norma cultural daqueles países, mas somente até 1948 quando da criação do Estado de Israel, uma vez que a Lei em Israel condena a poligamia. As famílias desfeitas foram ‘adotadas’ como netos e netas de outras famílias que as suportam e mantiveram de alguma forma. Na história da Igreja sabemos que o Casamento Plural começou em 1852, onde já era permitida na lei dos USA há algum tempo, e sendo proibida depois em 1862 no país, revogada na Igreja apenas em 1890. Mesmo assim, o governo dos Estados Unidos marginalizou Utah até 1896, mantendo as perseguiçoes contra os membros. Em 1904, Joseph F Smith proclamou o 2º manifesto dando à excomunhão quem o Casamento Plural mantesse. Os fundamentalistas ainda têm suas comunidades, sendo agora espalhadas com a prisão de Warren Jeff, preso pelo FBI, acusado de abuso, estupro e outros crimes.

Israel - 6ª parte ( A História não contada pela mídia)


Exemplo de terrorismo para mim é Osama Bin Laden. Para quê matar milhares de pessoas, explodindo as torres gêmeas somente para mostrar "que o mundo capitalista é o mal do mundo", matando inocentes e usando pessoas de sua própria convivência como bombas humanas?


O que ninguém sabe é que a relação de Bin com os palestinos vai além do Islan.

Especialistas em terrorismo dizem que centenas de árabes muçulmanos, inclusive palestinos, estão aprendendo técnicas terroristas nos campos organizados por Osama Bin Laden, o terrorista confesso mais procurado do mundo. Estes pesquisadores afirmaram temer que o atual levante palestino possa ir além de uma luta por um Estado para se tornar uma "guerra santa".

Yoram Schweitzer, do Instituto de Política Internacional para Contraterrorismo, sugeriu que os que estão voltando de campos no Afeganistão e na Chechênia estariam planejando uma campanha de terror.

Os palestinos chamam o atual levante de "Intifada de Al Aqsa", referindo-se à mesquita no Monte do Templo, em Jerusalém, reivindicados tanto pelos árabes como pelos judeus. O nome, afirma Schweitzer, dá abertura para os fundamentalistas.

O cientista político palestino Ghassan Khatib concorda que elementos religiosos estão tentando dar um outro sentido ao conflito. "O colapso dos esforços de paz e a contínua ocupação israelense da Cisjordânia e Faixa de Gaza fortalecem os fundamentalistas", ressaltou.

Outro destacado especialista do instituto em Herzliya, Ely Karmon, disse que a meta estratégica do Hamas (um dos braços armados dos fundamentalistas do Irã) é destruir Israel pela luta armada e transformar o novo Estado em um Estado islâmico (Correio do Povo, 20/6/2001).



Na verdade, essas afirmações não deveriam ser novidade para ninguém, mas parece que grande parte do mundo ocidental não compreende o que há por trás do conflito em Israel.

Por isto até a maioria dos cristãos, que deveriam ter discernimento através do conhecimento das profecias bíblicas, não conseguem avaliar corretamente o que está em jogo. Por isso, é útil ler o que Dave Hunt diz no livro "Jerusalém – Um Cálice de Tontear":

"O Islã está envolvido numa guerra santa para obter o controle do mundo! Essa guerra foi iniciada pelo próprio Maomé no século VII, e continua a ser executada hoje por seus seguidores fiéis por meio do terrorismo. Esses terroristas não são radicais ou extremistas, como os meios de comunicação constantemente os rotulam. São, antes, fundamentalistas islâmicos fiéis à sua religião e aos ensinos do Corão, seguindo fielmente as pegadas de seu grande profeta, Maomé. Como um ex-muçulmano e erudito islâmico afirmou:

"Nunca devemos imaginar que tais muçulmanos estejam sendo desnecessariamente perversos. Eles estão simplesmente sendo fiéis à sua religião. A atitude que um bom muçulmano deveria ter para com um judeu ou um cristão não é segredo para ninguém. Na verdade, muito do incitamento à violência e à guerra em todo o Corão é dirigido contra os judeus e os cristãos que rejeitaram o que pensavam ser o estranho deus que Maomé tentava pregar.

Numa tentativa esquizofrênica de negar a verdade, muitos muçulmanos, especialmente os que exercem liderança civil, insistem que o Islã é uma religião pacífica. No entanto, o terrorismo dirigido contra nações árabes com o fim de pressioná-las a adotar a lei islâmica está em perfeito acordo com as táticas que o próprio Maomé empregou para forçar a obediência ao Corão... a violência e o terrorismo têm sido os meios de expandir o Islã desde o princípio, com Maomé e seus sucessores. Esse é o ensino do Corão. Os ensinos do Islã, na verdade, inspiram o terrorismo árabe ao redor do mundo...



"Os atentados à bomba e os assassinatos vêm de uma motivação religiosa genuína: a destruição de Israel e a sujeição final de todo o mundo à lei islâmica...

Os terroristas islâmicos acreditam estar seguindo as instruções, e ter as bênçãos de Alá. É essa fé que dá aos terroristas islâmicos tamanho zelo e os faz dispostos a sacrificar as próprias vidas pela causa da conquista do mundo pelo Islã. Na verdade, o massacre de inocentes é uma prática honrada no Islã. Em sua guerra contra o Iraque, a República Islâmica do Irã, sob a orientação dos líderes religiosos, limpou campos minados utilizando milhares de garotos de escolas primárias para andar à frente das tropas e dos tanques... Tal sacrifício fanático de vidas é considerado a mais alta façanha no Islã. Como explicou o aiatolá Khomeini: "A mais pura alegria do Islã é matar ou morrer por Alá." Ambas as opções trazem consigo a promessa do paraíso... Para a mente ocidental é impensável que "Deus" pudesse encorajar tal massacre. Para o muçulmano, todavia, violência e derramamento de sangue são a expressão máxima da religião e o caminho seguro para a recompensa eterna...

Não é por acaso que grande parte do terrorismo internacional seja praticado por muçulmanos, nem é estranho que eles não sintam quaisquer remorsos pelo assassinato de mulheres e crianças inocentes. Afinal, todas as vítimas são vistas como infiéis. Também não pode ser negado que é o Corão que dá a um jovem muçulmano a coragem de amarrar uma bomba a seu próprio corpo e detoná-la para matar judeus em Israel. Tal ato, infame por qualquer outro padrão, conquista para o muçulmano a mais alta recompensa no céu...

O fundamentalismo islâmico está em alta em todo o Oriente Médio. Alcança até mesmo o Ocidente, onde o islamismo é a religião que cresce mais depressa. Suas mesquitas estão sendo construídas em número crescente por toda a Europa, Estados Unidos [e outros continentes]..."



A guerra nos céus não foi de um dia para outro, assim como não será a última guerra. A rebelião de Satanás foi a última coisa que aconteceu depois de ele ter feito sim, muito terrorismo, como por exemplo querer tirar o livre arbítrio do homem impondo suas condições e mesmo talvez incitando um contra outro com toda série de negativas como conhecemos.

Claro que a guerra contra o terrorismo poderia ser trocada por um combate com inteligência, eficácia e em um contexto de legalidade os atos criminosos terríveis e indefensáveis, que das sombras golpeiam inocentes.

Lamentavelmente, a política unilateral e de marginalização das Nações Unidas conduzida por Bush pulverizou em pouco tempo esse capital de solidariedade. A causa foi, sobretudo, a invasão do Iraque, que hoje a maioria dos analistas considera um tremendo erro. Pouco depois do 11 de setembro a Índia propôs à Assembléia Geral das Nações Unidas a busca de uma definição da palavra terrorismo a fim de enquadrar o combate contra esse flagelo. Mas o que à primeira vista parecia simples se tornou extremamente difícil e não foi possível conseguir um acordo. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, não desistiu e nomeou um comitê de "sábios" com a missão de encontrar uma definição aceitável para todos os países-membros das Nações Unidas.

As técnicas utilizadas por Israel contra a população palestina são um exemplo dessas dificuldades. Claro que Israel, bem como a guerra ao tráfico no Rio ou a justiça feita com as próprias mãos pelas ruas de São Paulo se enquadram na mesma idéia. O tema não é novo e se apresentou durante a última guerra mundial, na qual morreram muitos milhões de inocentes. Recordemos os bombardeios sobre Londres e depois sobre algumas cidades alemãs como Dresden, as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki e muitas operações secretas criminosas praticadas por um e outro lado. Para não falar do Vietnã e de tantos genocídios cometidos na África antes e depois da descolonização.



O terrorismo global contemporâneo difere do procedente em um aspecto fundamental: é menos político e mais religioso. Até por isso reabri o tópico quando falamos sobre 'religião é ópio do povo'.

O fenômeno dos terroristas suicidas é um exemplo terrível dos extremos que o fanatismo religioso pode alcançar. Por isso, entre os perigos aos quais hoje estamos expostos considero que um dos mais graves é que nos deixemos levar a novas guerras religiosas.

Não tenho dúvidas de que o terrorismo global é uma perversão da religião islâmica. Não, não são todos os muçulmanos terroristas. São so fundamentalistas, assim como temos os fund. mórmons, católicos, protestantes, umbandistas e em todo lugar.

Como escreve Jean Daniel, "representa o rosto demente do Islã". Por isso, ao atacar o terrorismo é preciso ter cuidado para não ferir o Islã e semear ódios e ressentimentos entre muçulmanos que condenam e combatem o terrorismo. Eu tenho uma amiga indiana que trabalha comigo que é muçulmana e totalmente contra os fundamentalistas de sua religião. A prova de que a luta contra o terrorismo é mal conduzida pelo Ocidente consiste no fato de que passados mais de cinco anos desde o 11 de setembro ainda nos sentimos cada vez mais ameaçados.

A guerra contra o Iraque transformou esse país em um campo de treinamento privilegiado do terrorismo global, além de ser um atoleiro suicida para as tropas anglo-americanas. E não se enxerga uma saída fácil, já que o enfrentamento entre xiitas e sunitas empurra o Iraque à beira da guerra civil.

Acredito que somente a democracia vivida seriamente é a melhor e mais eficaz arma contra o terrorismo. Precisamente, o civismo e a moral democrática dos londrinos, por ex., explicam seu comportamento sereno diante dos atentados, incluindo os que mais protestaram nas ruas contra a guerra no Iraque. Claro que guerrear de volta parece mais vingança que proposta de paz.

E Bin sem dúvida relaxa, descansa e comanda suas atividades no Iran. Afinal, tem o apoio do presidente e carta branca.



Analisando Al-Qaeda:

A grande maioria dos terroristas pertence à classe média e as lideranças, à classe alta. Isso vale para a maior parte dos movimentos políticos, inclusive os movimentos terroristas, e a Al Qaeda não é diferente. Embora a Al Qaeda justifique suas operações alegando agir em nome de seus irmãos pobres, sua ligação com a pobreza é, na melhor das hipóteses, vicária.

A média de idade dos homens que se engajam em organizações terroristas é de 26 anos. São jovens adultos, completamente responsáveis por suas ações. Contudo, talvez devido à importância cada vez maior da internet, que atrai pessoas mais novas, a média de idade está caindo. Na internet, esses jovens encontram os mitos da Al Qaeda e alguns são levados a executar operações em seu nome, mesmo sem nunca ter conhecido ou recebido instruções de alguém de dentro da Al Qaeda. Nos dois últimos anos, a média de idade dos terroristas presos que pertenciam à Al Qaeda caiu para 22 anos.

As madrassas, internatos islamitas que pregam o ódio ao Ocidente, fazem lavagem cerebral nos jovens muçulmanos para transformá-los em terroristas. Mas, somente 13% dos terroristas freqüentaram madrassas, e essa prática era específica do Sudeste Asiático, onde dois mestres, Abdullah Sungkar e Abu Bakar Baasyr, recrutavam os melhores alunos para formar a espinha dorsal do Jemaah Islamiyah, grupo extremista indonésio ligado à Al Qaeda. Isso significa que 87% dos terroristas da amostra receberam educação secular.

Cerca de dois terços dos pesquisados vieram para o Ocidente para estudar e haviam freqüentado faculdade, ao passo que, em suas comunidades de origem, menos de 10% das pessoas tinham cursado ensino superior. Apesar do grau de instrução, eles não tinham muito conhecimento da religião; entretanto, muitos haviam estudado engenharia, o que os tornou duplamente perigosos. A relativa falta de educação religiosa deixou-os mais vulneráveis a uma versão extrema do islamismo, e eles tinham capacidade para construir bombas.



Algumas pessoas afirmam que a falta de oportunidade sexual dos jovens muçulmanos transforma sua frustração em terrorismo suicida para conquistar o céu como recompensa, principalmente o acesso às 72 virgens que o Corão tanto prega. Na verdade, três quartos dos terroristas da Al Qaeda são casados e dois terços deles têm filhos (e muitos). Esse aparente paradoxo é explicado pelo fato de que eles querem recrutar muitas crianças para o jihad, enquanto se sacrificam por sua causa e seus companheiros.

Aproximadamente 60% dos terroristas da Al Qaeda tinham uma atividade profissional ou semiprofissional. Isso está mudando, porque a nova geração de terroristas é mais jovem, com menos formação que os da antiga geração.

Pouquíssimos terroristas da Al Qaeda tinham antecedentes criminais. Nenhum dos 19 perpetradores dos ataques terroristas de 11/9 nos Estados Unidos tinha ficha criminal em nenhum país. Isso está mudando, em especial na Europa Ocidental, onde os novos recrutas da Al Qaeda vêm da geração “excluída” e recorrem a pequenos crimes ou ao tráfico de drogas para se manter.

Praticamente não havia casos de doença mental, apenas traços de psicopatia adquirida por lavagem cerebral do fanatismo fundamentalista. Isso faz sentido, pois as pessoas com doença mental logo são cortadas das organizações clandestinas por razões de segurança.

O recrutamento na Al Qaeda foi feito com base na amizade e nos laços de sangue, não na persuasão dos recrutadores. Cerca de dois terços dos terroristas são amigos antes de sequer pensar em entrar para uma organização terrorista. Eles formaram um grupo radical e, juntos, decidiram entrar para a Al Qaeda. O melhor exemplo é o grupo de Hamburgo, que levou à operação de 11/9. Oito amigos decidiram se filiar e viajaram juntos para o Afeganistão em duas levas. A primeira consistiu nos pilotos e a segunda, no grupo de apoio. Eles tinham parentes próximos, pais, irmãos ou primos de primeiro grau que já eram membros da Al Qaeda.

Meio de vida? Como trafico de drogas?



Que fique bem claro, independente da história passional de Sarah ou Agar, que Deus jamais mencionou Palestina na Bíblia. Palestina é o nome que os romanos deram à terra de Israel, em homenagem aos filisteus, inimigos de Israel. Os romanos trocaram o nome de propósito, por desprezo e ódio aos judeus (a parte italiana da minha família diz isso e se envergonha muito).

Israel possui armas nucleares. Se Israel pensasse exatamente como os islamicos pensam, os vizinhos árabes estariam extintos há anos.

Se os islâmicos fundamentalistas do Iran, árabes ou não, tivessem essas armas, eles o fariam num piscar de olhos. Sem armas nucleares, diariamente eles prometem (e dão abundantes provas) que querem destruir Israel.

Contudo, vejo que para alguns os dois lados são iguais, somos forçados a imaginar dois grupos no Oriente Médio que querem se matar. Tente imaginar. De um lado, menos de 5 milhões de judeus, vivendo num país apertadinho, bem menor do que o nosso pequeno Estado do Espírito Santo. Do outro lado, 500 milhões de árabes muçulmanos vivendo numa região bem maior do que o Brasil inteiro. Os pouquíssimos judeus que vivem em alguns países muçulmanos são perseguidos e maltratados. Os muitos árabes muçulmanos que vivem dentro de Israel são respeitados em seus direitos humanos. Parece tudo igual, não?

Agora, para que essa igualdade fique mais clara ainda, para você entender o ódio “mútuo” de destruição, os judeus que vivem em outros países não cometem atos terroristas contra ninguém. Já viu um grupo de judeus seqüestrando aviões para lançá-los contra prédios? Já viu judeus cortando a cabeça de americanos ou europeus e mostrando tudo em vídeo para todos verem?



Pois é, o que os árabes muçulmanos fazem com Israel no Oriente Médio também fazem em qualquer lugar do mundo em que vivem. Mas para alguns os judeus são diferentes, muito diferentes dos judeus que você conhece da Europa, EUA e outros países, que são pacíficos, mas que logo que chegam à sua terra a ancestral se tornam automaticamente violentos e possuídos de ódio para destruir os árabes.

Só os muçulmanos é que não mudam. Para onde vão, levam o terrorismo junto.

Na própria Europa, onde os judeus, em menor ou maior grau, sempre foram perseguidos, os muçulmanos têm uma experiência diferente. Enquanto muitos judeus estão fugindo da França e outros países europeus por causa de perseguição, os muçulmanos estão… criando tumultos, ameaçando atentados, planejando atos terroristas! Se de fato houver algum tipo de igualdade aí, só vocês mesmos conseguem enxergar.

Eu pergunto: Onde é que judeus e árabes muçulmanos são iguais?

Os judeus e árabes são tão iguais que um costume universal, até mesmo no Brasil, é debochar de judeus. Meu pai sempre me contou que na escola o desprezavam, só porque ele era judeu. No Brasil, e em muitos lugares, os judeus são vítimas de muitos adjetivos negativos. Mas não é costume universal debochar dos árabes e muçulmanos. Os judeus não revidam os deboches e humilhações. Se vocês acham que judeus e árabes muçulmanos são iguais, tentem debochar de árabes e muçulmanos, se tiverem coragem e muita proteção!

Nossas opiniões podem e são muito diferentes. Nem por isso seremos parte de um ou outro povo na guerra.

Se as escrituras e os profetas e a Igreja de Jesus Cristo estiverem erradas neste assunto, vou esperar Ele dizer quando voltar.

Isso me lembra o Lula, na cúpula Arabe-SulAmericana, Num momento histórico em que todos deviam lembrar as tragédias da II Guerra Mundial, Lula mostra um mapa sem Israel marcado Palestina em toda a extensão do Oriente.

Que maneira melhor de agradar os muçulmanos terroristas e, quem sabe, atrair seus recursos bilionários ao Brasil?



Se escrituras não valem como base para o pensamento que tenho sobre a questão, filmes então devem valer? É rir pra não chorar.

Filmes a favor dos judeus tem aos montes, contra eles mais ainda.

Eu seria judia se a linhagem de minha mãe o fosse. Mas a família de minha mãe é italiana. Mas a linhagem vem de meu pai, não fundamentalistas e muitos também descendentes de árabes por gerações e gerações. Então não nasci judia. A família dele se converteu ao cristianismo alguns anos depois que ele se casou com minha mãe. Mas tenho no sangue, se assim entendem. Tanto árabes, judeus (da Alemanha, Polônia, Inglaterra) e italianos.

Sinto quando disse que não mudaria de opinião. Isso não é fundamentalismo. Apenas tenho um testemunho das escrituras, e não as vejo apenas sendo de um povo só, mas para toda a raça humana. Já presenciei e sei que Cristo vive e sei também que satanás também vive. Já desfrutei de muitas bênçãos que não, não teriam vindo em minha vida se a mão do Senhor, e também sua Igreja, bem como seu Profeta ou seus Templos não existissem. Sou psicóloga e sou consciente exatamente sobre autosugestão( auto-estima e outras coisas que dependem de MIM) ou fé com obras (coisas que não dependem absolutamente de mim). Sei quando faço algo por uma ou outra situação.

Tenho amigos mulçumanos da ïndia e mesmo árabes que são maravilhosos. Pregam a paz acima de tudo e eles mesmos dizem que se forem seguir sua religião com o mesmo fundamentalismo que lhes é pedido, teriam ódio e desejo de vingança e soberania não somente sobre judeus, mas todos, mas preferem apenas seguir parte do que Gandhi ensinou, que foi como um Cristo pra eles que abrandou o Corão (já que compararam com Cristo que destituiu o dente por dente).

Também me pergunto Peter porque toda essa briga em nome de Deus. Mas, pense bem, a religião na mão de fundamentalistas é deturpada. Ainda mais as palavras de Cristo, simplesmente não existem de nenhum lado. Judeus não acreditam em Cristo e árabes não acreditam nem em Deus.



A diferença é justamente a verdade de cada religião. Algumas tem poucas, outras nenhuma.

A igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias pra mim é a que possui o maior número delas. Posso saber por mim mesma (não apenas por meio de oração e jejum, mas experiências sobre colher o que eu mesmo planto).

Sobre piadas tanto de judeus ou de árabes, bem como qualquer outra que se desfaça de qualquer pessoa ou raça ou seja lá o que for para se ter diversão, estou fora. Não acho graça nem as conto, bem como saio do local se as ouço.

No livro de Gordon B. Hinckley, "Stand a little taller" no dia de hoje existe algo sobre isso a partir da Regra de Fé número 11.

We claim the privilege of worshiping Almighty God according to the dictates of our own conscience, and allow all men the same privilege, let them worship how, where, or what they may.
~Articles of Faith 1:11

We recognize the good that every other church in the world does. We have no quarrel with other churches. We do not argue, we do not debate, or anything of the kind. We simply say to people not of our faith, You bring with you all the truth that you have, and let us see if we can add to it. That is the mission and message of this church.
~Gordon B. Hinckley

Na verdade, apenas me interesso pelo assunto porque gosto de estudar Escatologia e aprendi muito e tomei dores de dezenas de ascendentes que descobri judeus mortos no holocausto ou fora dele fazendo minha genealogia. História de homens, mulheres e crianças, que queriam apenas uma vida digna para sua família. Como eu quando vim para Utah para criar meu filho com melhores oportunidades.

A solução para o conflito seria justamente, na minha opinião, todos estes povos aceitarem o evangelho de Jesus Cristo. Mas estamos longe disso e a guerra só interfere na obra missionária.

Um mundo sem religião total não acredito que seria uma boa, embora goste da música do Lennon, não concordo com tudo o que ele diz.



Até porque acredito que para sermos completos, precisamos estar em equilíbrio com todos os lados de nossa vida, seja ele profissional, pessoal, financeiro, amoroso e principalmente espiritual.

A alma humana é muito mais que simplesmente viver num mundo onde não há lei ou moral ou mesmo métodos para se fazer planos ou ter sonhos. É justamente esta a beleza da vida.

Sim, muitos matam por causa da religião; há ódio e arrogância por toda parte devido a ela; há delírios de que a próxima vida é sempre melhor, então desinteressa-se por esta. Também não precisamos da religião para sentir vergonha, piedade, acanhamento e ira.

Mas o segredo acredito que está justamente aí.

Entender o que é a religião, mesmo a que Cristo ensinou, e viver seus mandamentos, não pelo medo, mas pelo reconhecimento prático que nos leva a felicidade, tranquilidade e paz real de vivermos conforme os 'ditames de nossa consciência' que é o bem maior que possuimos, que nos rege, que nos abre os olhos, que nos mostra o que é correto e o que estamos errados e precisamos mudar, este é o segredo da verdade espiritual que precisamos encontrar na religião.

É como o amor.

Existe uma música de Beto Guedes (era meu vizinho em BH quando eu era criança - desculpem, sou balzaquiana!) que diz:

O medo de amar é o medo de ser
Livre para o que der e vier
Livre para sempre estar onde o justo estiver
O medo de amar é o medo de ter
De a todo momento escolher
Com acerto e precisão a melhor direção
O sol levantou mais cedo e quis
Em nossa casa fechada entrar prá ficar
O medo de amar é não arriscar
Esperando que façam por nós
O que é nosso dever: recusar o poder
O sol levantou mais cedo e cegou

O que eu entendo é que o verdadeiro amor nos eleva, nos faz bem, nos mostra caminhos até então desconhecidos, reais e maravilhosos que podemos reconhecer e vivificar em todas as coisas.

Entendo a religião assim. Esse relacionamento pessoal com o Pai Celestial, com Jesus Cristo tem que ser assim. Fazer-me bem. Livre. É assim que me sinto.



Ter pelo menos um Encontro Pessoal com o Salvador na vida nos leva a sempre querer mais, pois aquele momento é intocável. É como um Grande Amor, quem o sente uma vez, jamais esquece o sentimento e nada o apaga, e sempre o busca.

Talvez amar alguém seja o único ponto de partida para tornar nossa a nossa vida. E entender o intento do Evangelho de Cristo é o mesmo, pois o verdadeiro Amor vai além do que sabemos como humanos, somente Ele pode nos dar.

Tenho um diário de um tio-avô que sobreviveu aos campos de concentração, morrendo em 1979 aos 92 anos numa cama quentinha e escreveu no seu diário:

"Eu estava nu e com frio. Os soldados nos cuspiam e nos batiam na cabeça com ferros. Meus olhos estavam infeccionados e não podia ver. Não conseguia dormir de noite com fome, mesmo depois de comer a ponta dos meus dedos, pois as unhas já não haviam há muito. Os ratos se alimentavam de nossas feridas abertas durante a madrugada e os vigias urinavam em nossa ração. Furaram meu ouvido esquerdo e já não sentia meus genitais e minha língua. Não sabia onde estava minha esposa e meus filhos. Nem se realmente ainda estava vivo ou se aquilo era um grande e terrível pesadelo.
De repente surgiu uma luz. Algum holofote tentando avistar vivos no meio de corpos amontoados. Lembrei da luz do sol entrando pela janela do meu quarto num domingo de manhã. E me lembrei que eles poderiam tirar de mim minha família, minha roupa e minha pele. Poderiam continuar torturando até que a morte viesse e eu seria apenas ossos queimados. Mas uma coisa com certeza não poderiam nunca tirar de mim: Minha dignidade e minha memória de ter amado muito nesta vida e este momento que, apesar de tudo, sinto a verdadeira paz de Deus."

Alemanha quer lei européia contra negação do Holocausto

Mesmo que esta lei não contenha o neo-nazismo (Iran e companhia), pelo menos, o próprio local de residência dos crimes mais hediondos da humanidade (claaaaro que há outros, mas este não pode ser desprezado.) assume e testemunha.

Leiam a notícia completa se quiserem:

http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2318614,00.html



O Judaísmo não é raça, é religião.

Todos os meus antepassados 'judeus' (entenda-se não cristãos) tinham suas nacionalidades israelenses, árabes, poloneses, russos, gregos, enfim, quem chama judeus de raça comete discriminação. Ninguém pode se tornar famoso ou inferior por apenas ser judeu, católico, ter síndrome de down ou ser homossexual, certo?

Agora, alguns podem dizer o contrário. Martin Luther King por exemplo, era ativista político da causa negra nos EUA porque ele era negro. Ou seja, sua biografia teve a cor da pele como determinante.

Discriminação é discriminação. Não podemos caracterizar ou desmerecer ninguém por cor da pele, orientação sexual, partido político, religião ou profissão e estudo. Cristo não ensinou isso.



Eu disse que os judeus não só aceitam e dizem do lugar onde nasceram, como não saem por aí discriminando pessoas por sua religião, pois ser judeu é de cunho religioso, não raça. Agora,
é justamente as pessoas dos lugares onde nasceram que os colocam como povo que não 'merece' estar ali por sua religião. E, a civilização judaica começou em Israel com os grandes patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Por que não estarem no berço de sua civilização e cultura?

Alguns dos judeus se orgulham de serem chamados assim, concordo, mas não deveriam. É como brasileiros viajando ao exterior, por exemplo, adoram usar camisetas da seleção e sandálias Havaianas. Da mesma forma, judeus utilizam a quipá (solidéu) na cabeça. Isso não é uma obrigação religiosa. Não está escrito na Torá que se deve usar a quipá, nem em qualquer outro livro. Nacionalidade é diferente de religião.

Pela cultura judaica, os filhos de mãe judia nascem judeus por cultura e religião, não por local de nascimento, como já respondi em meu outro post.

Se todos os povos do mundo têm um país para chamar de pátria, por que os judeus não podem ter um também?


Se os USA ou qualquer outro país chegasse aqui hoje, mudasse o nome do país e botasse todos os brasileiros pra fora ajeitando a vida deles em outros países, e daqui a umas 10 décadas ou mais, seus bisnetos e tetranetos descobrissem e quisessem reaver a terra, o que seria certo? Eles querem o lugar deles de direito de volta. Por quê não? Isso já está até cansativo, se os árabes possuem 92% das terras do oriente porque os judeus não podem ter Israel que é apenas 8%?

Israel - 5ª parte ( A História não contada pela mídia)


Deus não faz acepção de pessoas. Nem todos os judeus estão certos, nem todos os árabes e palestinos idem. Mas são humanos e ainda filhos d'Ele. Nós fazemos parte de uma ou outra forma das tribos que surgiram dali, nos primórdios dos tempos. Todos estamos envolvidos.


Se somos cristãos não podemos alimentar o ódio como Martinho Lutero o fez.

“Orai pela paz em Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.” (Sl 122:6). O salmista Davi também expressou seu amor e sua devoção por Israel. No salmo 137, verso 6, ele declara: “Apegue-se-me a língua ao céu da boca, se não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria.”

A mídia convence pessoas a odiarem os judeus porque eles (e sabemos que não foram somente eles) não aceitaram Jesus Cristo. Só podemos amar o Povo de Israel se verdadeiramente entendermos o amor de Deus pelo homem.

Agora, quem na verdade tem direito de possuir a Terra de Israel- os judeus ou os árabes?

"o Senhor fez uma aliança com Abraão dizendo: dei essa terra para os seus descendentes, do rio Egito até ao grande rio Eufrates" (Gn15:18). Mais especificamente, em Gênesis17:8 lemos: toda a terra de Canaã.

Em Levítico 25:23 Deus afirma: "A terra não será vendida perpetuamente, porque a terra é minha, e vós estais comigo como estrangeiros e peregrinos". Deus possui a escritura da terra. Ele escolheu transferir o título de sua terra a Israel.

Os árabes reivindicam o direito sobre a terra de Israel como descendentes de Abraão através da linhagem de Ismael .Em Gn 25:1-6 lemos que os outros filhos de Abraão receberam presentes e foram enviados para as terras do oriente. Deus disse que os abençoaria (Gn17:20) e, hoje existem 21 países Árabes soberanos donos de 99,2% das terras do oriente e apenas um estado judeu com 0,8%. Com base nesta proporção qualquer leigo deveria entender que o conflito árabe-israelense não é na verdade questão de “terra”, mas, sobretudo, um problema de ordem espiritual.



Acredito que o que há de errado é a concorrência para ser o povo escolhido do Senhor.

Recusando-se a encarar as evidências surpreendentes, os céticos descartam insolentemente a simples sugestão de que poderia existir um "povo escolhido". Ateus negam a existência de qualquer Deus para fazer a escolha. Apesar disso, essa afirmação bíblica, mesmo que muito rejeitada, serviu para focalizar a atenção do mundo nos judeus. Em vários casos, ela tem trazido a perseguição por parte daqueles que odeiam os judeus, como se fossem estes os autores da idéia de que Deus tinha alguma afeição especial por eles e um plano especial para eles.

Os muçulmanos, por outro lado, insistem que não foram os descendentes de Isaque, mas os de Ismael que foram escolhidos por Deus. A tribo Quraita, à qual pertencia Maomé, afirmava que sua descendência se estendia até Ismael e, por meio dele, a Abraão. Logo, argumenta-se, a terra de Israel (que os muçulmanos insistem que foi prometida a Ismael) pertence aos árabes. Essa afirmação, porém, não tem fundamento. A Bíblia declara o contrário: que o território de Israel pertence aos descendentes de Isaque. Quanto ao Corão, ele sequer menciona Jerusalém ou qualquer parte do território de Israel - uma omissão que é fatal às afirmações islâmicas nestes últimos tempos.

Deus deixou muito claro em várias ocasiões que não foi "acepção de pessoas" que O levou a escolher Israel. Ele os escolheu apesar de sua falta de mérito e atração, não porque Ele achou que fossem mais atraentes que outros povos. Na verdade, eles eram rebeldes e nada mereciam além de punição. Foi com esse povo indigno que Ele decidiu demonstrar Seu amor, graça, e misericórdia ao mundo, enviando seu Filho como um deles.

Veja:
Deuteronômio 7:7-8
Isaías 30:9-10
Ezequiel 2:3

Parte da punição de Deus sobre Israel no passado foi espalhar seu povo pelas nações. Agora Ele os está trazendo de volta para sua terra em números sem precedentes, não porque eles o mereçam, mas por causa da promessa de Deus a Abraão, Isaque, e Jacó.



Por que essas promessas seria cumprida neste período de tempo que chamamos de "os últimos dias"? A Segunda Vinda não poderia acontecer sem que Israel se tornasse uma nação novamente em sua própria terra - pois será a Israel que Cristo retornará, para salvar Israel de seus inimigos que estarão tentando exterminá-lo.

Creio que o Senhor não viola Suas promessas. Se Ele deixasse de manter Sua Palavra, fosse de trazer bênção ou julgamento, Seu caráter seria manchado e Seu santo nome desonrado. Como Ele disse freqüentemente por meio de Seus profetas a respeito de Sua intenção de trazer Israel de volta à sua terra nos últimos dias: "Não é por amor de vós que eu faço isto, ó casa de Israel, mas pelo meu santo nome" (Ezequiel 36.22). "Tu és o meu servo, és Israel por quem hei de ser glorificado" (Isaías 49.3).

Exterminar os judeus é dever de todo muçulmano religioso. Os muçulmanos sonham em destruir Israel. Os assassinos de inocentes cidadãos israelenses são exaltados em todo o mundo árabe e seus nomes são dados a feriados e ruas. Também são feitas comemorações em homenagem a terroristas. Os líderes islâmicos têm invocado um reavivamento espiritual como chave para a destruição de Israel.

Todos os estudiosos islâmicos concordam que é dever sagrado de todo muçulmano, em qualquer idade, promover a jihad (guerra santa) sempre que possível, a fim de submeter o mundo inteiro ao islamismo. Há mais de 100 versos no Corão que falam em lutar e matar em nome da jihad. Um ministro do Gabinete líbio declarou: "A violência é a mais positiva forma de oração dos muçulmanos".

O desejo islâmico de exterminar Israel é ensinado desde a infância. Um ministro da Educação da Síria escreveu: "o ódio que inculcamos nas mentes das nossas crianças desde o berço é sagrado". Um livro de ensino médio do Egito atesta: "Israel não sobreviverá se os árabes se mantiverem firmes no seu ódio". E um livro de quinta série declara: "os árabes não param de agir em direção ao extermínio de Israel".

Lamentável cristãos que pensem o mesmo.



Se Israel não existisse, os judeus e os árabes continuariam existindo da mesma forma, a não ser que Cristo criasse outro mundo!

"(...) Que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?" (Mt 2.1-2). Tem cristão que não pensa nisso, mas se pensa diz, 'Cristo? Reid dos judeus? Daquele povo briguento?'

Quer dizer, Jerusalém foi fundada pelo rei Davi há 3000 anos atrás. A Bíblia se refere a Jerusalém como "cidade de Davi" por mais de 40 vezes. Lá Deus estabeleceu o trono de Davi para sempre, e desse trono o Messias, o Rei dos judeus, descendente de Davi, deve reinar sobre Israel e sobre o mundo (2 Cr 6.6; 33.7; 2 Sm 7.16; Sl 89.3,4,20,21,29-36, etc.). Na Bíblia, Jerusalém é citada mais de 800 vezes e é peça central nos planos de Deus. Lá Ele colocou Seu nome para sempre.

Satanás tem inspirado 3000 anos de anti-semitismo sabendo que somente o Messias, descendente de Abraão, Isaque e Jacó, pode derrotá-lo. Destruindo todos os judeus, ele teria evitado o nascimento do Messias. Satanás perdeu esse "round". Mas se todos os judeus fossem destruídos hoje e Israel varrida do mapa, Deus não poderia cumprir Suas promessas de que Cristo reinará como Rei dos judeus, no trono de Davi, em Sua Segunda Vinda. Deus seria, então, um mentiroso e Satanás, o vencedor. A integridade e os propósitos eternos de Deus estão ligados à sobrevivência de Israel!

É isto justamente que estou tentando demonstrar. Essa é uma guerra do Grande Conselho, não somente de povos.

Defendo somente a real existência de Deus, Cristo e todo um Plano de Salvação que culmina na existência de Israel para que a Segunda Vinda aconteça. E breve.



Sim, 0.8% engloba TODAS as terras já anexadas por Israel. SÓ ISSO. Dados atuais.





Concordo que todos tem direito a terra, por isto ela foi feita livre, pode-se adorar a fé que quiser ali.

Cristo advertiu a respeito dessa incrível destruição e que ninguém seria salvo na terra se Ele não interviesse para fazê-la cessar (Mt 24.21-22). Essa impressionante profecia anunciava as modernas armas de hoje. Não é de se admirar que Deus, na Bíblia, que por doze vezes chama a si mesmo de "o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó", prometa repetidamente proteger Israel e Jerusalém nos últimos dias!

Tendo feito Israel renascer em 1948, Deus completará o Seu propósito. Ele declara: "Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Acaso, eu que faço nascer... diz o Senhor... fecharei a madre?" (Is 66.8-9).

Agora, Hitler e seus comparsas usaram de inteligência para inventar e administrar a chamada "solução final" contra os judeus , porém, antes de ser este um fato criminoso era uma exigência interna de seu próprio psiquismo (e ele sim o usava e o fazia dizendo sempre "em nome de Deus!"). Na parafrenia vigora a compulsão de observar e atuar o ser do outro como alimentador de seu delírio interno. O parafrênico "faz acting out em nome de..." e jamais assume seu ato criminoso, pondo a responsabilidade em alguém que para ele encarna o "mal". Para sua "lógica", as vítimas são os únicos responsáveis.

Não podemos generalizar, aqui, como já foi falado, existem bons e maus judeus assim como bons e maus palestinos. Concordo e é curioso observar que ontem os judeus se agarravam ao sacrifício do holocausto como modo de explicação da tragédia em que eram vítimas, mas hoje a ultra direita israelense, no poder, parece resgatar dos nazistas essa terrível idéia da "solução final" contra os palestinos. "Quem lutou muito contra dragão, também vira dragão", diz um antigo provérbio chinês.

Podem habitar ali judeus e palestinos, mas por que o Irã, com o islamismo quer exterminá-los?



Os obcecados pela "solução final" dos judeus, no Julgamento de Nuremberg, não se consideravam culpados ou com remorsos pelo extermínio coletivo.

Originariamente o holocausto era o "sacrifício em que a vítima era queimada inteira". Entre os hebreus, o holocausto era também o sacrifício em que se queimavam inteiramente as vítimas, tendo assim um sentido de imolação ou expiação.

No período nazista, entre 1935 e 1945, os judeus se viram diante de um novo holocausto, sendo obrigados a perda da cidadania, a trabalhos forçados, a serem fuzilados em massa, serem transportados pela força para os campos de concentração onde terminavam sendo exterminados coletivamente em câmaras de gás. Durante esse holocausto, cerca de 6 milhões de judeus pereceram. É só pesquisar.

Goering, considerado o segundo homem depois de Hitler, tentou se defender segundo o princípio de sua lealdade e fidelidade para com o Führer; "cumprira ordens" e "nenhuma vez ele se considerou um criminoso". Eis a "razão cínica": a culpa pelo genocídio era dos próprios judeus gananciosos por dinheiro, não de seus carrascos nazistas.

Os israelenses da "era Sharon" também não se responsabilizam pelos atos criminosos de Israel contra os palestinos generalizados como terroristas.

Quer dizer então que se apenas defendemos as profecias, reveladas pelos profetas do Senhor, somos baixos e demoníacos? Ou seria Isaías ou o próprio Cristo baixos e demoníacos? Não entendi.



Tudo isso é uma história dos povos bíblicos, sinto muito.

Deus fez uma aliança com Israel , mas foi Israel que não cumpriu sua parte "indo após outros deuses".

Muitas passagens falam da traição de Israel, mas o capitulo 1 de Isaias é suficiente para entendermos (quem tiver a paciência e ousadia de ler). O versiculo 3 diz: "Israel não tem conhecimento , o meu povo não entende.", ou seja, o povo de Cristo, judeus, Ele era judeu, Ele era descendente de Davi da tribo de Judá.

A prova é que os judeus ainda estão esperando a primeira vinda do Messias , pois não aceitaram Cristo como aquele que deveria vir para salvà-los do peso da lei ( exceção feita aos judeus que se convertem ao cristianismo).

Quando os filhos legitimos foram rebeldes ao Pai este adotou filhos de todas as nações e foi assim que todos nós "fomos enxertados na oliveira" ( para entender melhor ler Romanos 11).

Se rejeitaram Deus não é de admirar que ainda hoje estejam em guerra. De todas as formas não deixam de ser povo escolhido de Deus pelo que nós, os adotivos não devemos nos orgulhar, mas devemos conhecer os propósitos de Deus que ao seu proprio povo não poupou, pois é Justo e não pode negar-se a si mesmo!

Salmo 122,6 : "Orai pela paz em Jerusalem."

O que estou tentando dizer é que o Islan não quer judeus vivos. eles não defendem palestinos, eles querem exterminar os judeus também.

Agora, 'povo escolhido' os homens escreveram. Acaso se temos um filho ou filha perdido na vida, completamente no mundo das drogas, desonestidade e decadência o (a) abandonamos? Não, damos é mais atenção e preocupação.

Afinal, são filhos e merecem fazer parte do plano também, sendo teimosos ou não.

Baixos e demoníacos? Não sei, isso é de cada um.



Eu não defendo somente judeus ou Israel ou a paz entre eles e árabes. Estou pensando nas profecias, no milênio, na Segunda Vinda, em tudo que foi dito e relatado no Velho Testamento, por descendentes da tribo de Judá, por Isaías, e por palavras que o próprio Cristo disse.

Então, a solução seria desprezarmos todas as escrituras, profetas e mesmo a Igreja em favor da razão (que não se mostra tão justa às vezes com lado nenhum) e da política dos homens e da razão humana?

Agora, verdades e mentiras sobre a história, e as diferenças do que está escrito e realidade existe.

Podemos ver os dois lados:

http://www.deolhonamidia.org.br/Principal/Comeco.asp

http://www.theatlantic.com/doc/200306/fallows

Esse vídeo é interessante:

http://www.youtube.com/watch?v=I0yoR8R4T1w

Frases que tirei daí:

"Jihad é nosso caminho."
"Nós queremos derramar sangue dinamarquês."
"Europeus, tirem lições do 11/9."
"Europeus, preparem-se para o verdadeiro Holocausto!"
"Europeus, tirem lições de Van Gough." (cineasta assassinado por um muçulmano).

Muitas pessoas ingênuas e bem intencionadas ficam paralisadas pelo medo do crime e violência. Isso leva ao imobilismo, e essas pessoas acabam defendendo medidas que apenas fortalecem os criminosos. O medo do confronto gera a inação, possibilitando a proliferação da escória humana. A visão limitada do falso conforto de curto prazo garante o agravamento da situação no longo prazo. Seria o caso dos que temem, por exemplo, uma ação mais dura contra o crime organizado, como a invasão de favelas pela polícia, achando melhor "deixar quieto" o bicho, não cutucar a onça com vara curta. Com tal mentalidade, os bandidos podem criar suas verdadeiras fortalezas, afinal, a paz existirá para eles com o afastamento do aparato policial. O preço do medo de hoje é o sangue das vítimas de amanhã.



Gandhi dizia que olho por olho, e o mundo acabaria cego. Ele não quis ver o óbvio, que olho por nada e uma parte da humanidade acabaria cega, a parte romântica, inocente e acovardada, vítima da outra parte formada pela barbárie. Quem poupa o lobo, mata a ovelha. O princípio de tolerar os intolerantes pode levar à destruição dos homens bons e da própria atitude de tolerância, como bem nos lembrou Karl Popper. Para quem não costuma se satisfazer com falso conforto, preferindo confrontar a realidade, fica evidente que a violência tem que ser combatida com a punição, somente possível através da ameaça ou uso da própria violência. Hamurabi, no império da Babilônia, pode ter exagerado ao levar tal conclusão ao pé da letra, mas com certeza estava mais próximo da verdade sobre métodos eficazes de combate à violência que muitos sonhadores do mundo atual, que aplaudem medidas estúpidas como o Estatuto do Desarmamento.

O movimento dos "pacifistas" não vem de hoje, e também não é novidade que existem muitos interesses obscuros por trás de sua nobre aparência. Os oportunistas inescrupulosos exploram o medo dos inocentes. O maior símbolo da paz, a pomba branca, foi criada por Picasso e oferecida como presente a Stalin, o carniceiro que matou milhões na antiga União Soviética. Enquanto este impunha o terror em seu quintal, bancava movimentos supostamente pacifistas mundo afora para enfraquecer seus inimigos e disfarçar suas atrocidades caseiras. E o pintor foi retribuído com o Prêmio Lênin da Paz, ignorando a contradição de usar na mesma expressão duas coisas tão contraditórias como paz e Lênin, outro carniceiro dos grandes. Os comunistas franceses, sob o manto pacifista, pressionaram os trabalhadores das fábricas de armamento a abandonarem seus postos, semanas antes da invasão nazista a Paris. Pelo mundo todo, os comunistas sempre foram os mais ativos participantes dos movimentos pela paz, enquanto seu regime trucidava milhões na prática. A máquina assassina era também a máquina da propaganda pacifista!



Para não sermos dominados pela barbárie, precisamos lutar. E quanto maior a incerteza de quem será o vencedor, mais longa pode ser a luta. Um inimigo que tenha como certa a sua derrota costuma ser menos agressivo. A ameaça do poder bélico, possível apenas com a superioridade evidente de força de um dos lados, é possivelmente a melhor arma contra a violência, já que esta não precisa nem ser usada. Foi o caso da "guerra nas estrelas", de Ronald Reagan, que acelerou a corrida armamentista durante a Guerra Fria. Muitos ficaram apavorados, acusando Reagan de irresponsável, e prevendo que seus métodos levariam ao armagedon. No final do dia, o "belicoso" presidente conseguiu o contrário, derrubar o comunismo sem derrubada de sangue. O urso era de papel, e impossibilitado de competir nos investimentos militares, viu-se forçado a ceder.

Hoje não temos uma bipolaridade tão clara quanto nos tempos da Guerra Fria. O inimigo é mais indefinido, está espalhado pelo mundo. Combater o terrorismo é tarefa complexa. O primeiro passo parece ser o reconhecimento de que o mundo civilizado, o Ocidente, está em guerra contra o terror. Não acredito isso ser apenas uma guerra de posses. Claro que Israel e Palestinos poderiam viver ali juntos (como já vivem, sendoq ue árabes tem mesmos direitos e oportunidades). O segundo passo poderia ser a lembrança do aforismo antigo, de que com terroristas não se negocia. Isso elimina de cara o apelo tolo pela diplomacia como arma no combate ao terror. Suas demandas não são racionais, e seu objetivo é a destruição da civilização ocidental, da democracia e do capitalismo. O Islan não quer Israel. 11 de setembro veio do Islan. A guerra no Iraque se iniciou por isso. E depender da inoperante e corrupta ONU chega a ser assustador.

"The person who has nothing for which he is willing to fight, nothing which is more important than his own personal safety, is a miserable creature and has no chance of being free unless made and kept so by the exertions of better man than himself."
John Stuart



Não esqueçamos que Orson Hyde, um apóstolo em 1841 já havia dedicado Jerusalém a reunir novamente os judeus.

http://www.lightplanet.com/mormons/daily/history/middle_east.html



O que me diz quando, há uns 6 anos atrás, quando Yasser Arafat (o líder do povo "sofrido e rejeitado") começou a mandar crianças palestinas com o corpo cheio de explosivos atravessarem a fronteira da Cisjordânia para se suicidar em Israel, matanto o máximo possível de velhos e mulheres e crianças judias (e depois dizia com falsidade à imprensa que era contra esta prática)?

Tenho três tios árabes que moram em Israel e dizem que detestam que as pessoas os chamem de Turcos, pois os Sírios odiavam os turcos, devido à opressão e a exploração dos Turcos otomanos sobre os Sírios(que são Árabes na maioria). Olhando para o passado, quem até hoje teve mais respeito pelos Palestinos foram os Judeus. Todos os outros povos os trataram de modo muito pior. É somente em Israel que os árabes têm liberdade de expressão, de exercer sua fé e viver uma vida muito melhor do que eu qualquer de seus países.

E palestinos são descendentes de outros povos além dos Árabes, como Filisteus, Moabitas, Amonitas, Samaritanos.

Não acredito que exista nada de errado. Israel está sendo preservado porque o Senhor tem um propósito com isso. Os judeus não fazem a sua vontade, não admitem a Expiação, agem muitas vezes apenas como muitos de nós aqui (nada diferentes) que rejeitamos nossas crenças e convênios em troca de nosso próprio bel prazer. Mas o Senhor tem seu propósito, e este é a Segunda Vinda de Cristo no Monte das Oliveiras, numa terra chamada Jerusalém, em Israel, com seu povo de nascimento na terra, os Judeus, reunidos novamente ali.

Seu reinado sobre a casa de Israel será a partir de Jerusalém (Isaías 2.1-4), e do mesmo local reinará como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores sobre toda a terra (Salmos 72.8-11, 17-19)... O Milênio será a hora da restauração final de Israel. No começo do reino milenar Israel terá seu ajuntamento final e permanente (Ezequiel 39.25-29; Amós 9.15). O reinado de Cristo sobre Israel será glorioso e um cumprimento completo e literal de tudo que Deus prometeu a Davi (Jeremias 23.5-8).



Membros ativos e firmes na Igreja reconhecem nas profecias a verdadeira vontade de Deus para Israel, não a própria vontade ou opiniões pessoais ou simplesmente palpites sem levar em consideração a ascendência de pessoas que têm documentos e vivem a realidade que apenas comentamos aqui. Isto é desprezar séculos de história, escrituras e profecias sobre judeus e palestinos, segunda vinda e de longe aplicar o amor de Cristo.

Poderiam desarmar-se e lerem, buscando o conhecimento do verdadeiro Cristo que seguimos.

A guerra (espero que leiam agora pelo menos neste post) não é contra árabes, palestinos ou seja lá quem for, é contra o TERRORISMO. Há certos e errados em tudo isso, mas o que achamos está fora de questão.

http://www.jefflindsay.com/iraqi.shtml

Afinal, se até no céu houve guerra e Satanás (e um terço de todos que ali estavam - muita gente) foi EXPULSO de suas terras de nascimento devido ao terrorismo que faziam, com o SENHOR e JESUS CRISTO presentes, não entendo tanto desentendimento sobre a guerra contra o terrorismo e profecias, afinal elas são e foram feitas pelo próprio Cristo.

http://www.jefflindsay.com/entropy.html



Muitas pessoas cometem o erro de dizer que o mandamento da Bíblia, “Não matarás”, aplica-se à guerra. No entanto, a Bíblia na verdade diz que não devemos assassinar. A palavra hebraica correspondente significa literalmente “o assassinato intencional, premeditado de outra pessoa com malícia”.

Como me explicam isso:

Apocalipse 19:11-21 diz:

“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.

Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.

Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.

Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; ele mesmo as regerá com cetro de ferro e , pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.

Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.

Então, vi um anjo posto em pé no sol, e clamou com grande voz, falando a todas as aves que voam pelo meio do céu: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus, para que comais carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e seus cavaleiros, carnes de todos, quer livres, quer escravos, tanto pequenos como grandes.

E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o seu exército.

Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais e feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem.

Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre.

Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo.

E todas as aves se fartaram das suas carnes.



Acho que é um erro dizer que Cristo nunca apóia uma guerra. Jesus não veio para acabar com as guerras. Em um mundo de pessoas más, às vezes a guerra é necessária para evitar um mal ainda maior. Se Hitler não tivesse sido derrotado na Segunda Guerra Mundial, quantos milhões de judeus a mais ele teria matado? Se a Guerra Civil Americana não tivesse ocorrido, por quanto tempo mais os afro-americanos teriam que sofrer como escravos? Devemos sempre nos lembrar de basear nossas crenças nas escrituras, não nas emoções (2 Timóteo 3:16-17).

Em relação às diferenças aqui ditas de Jeová no VT e Cristo no NT, entendo diferente.

Por exemplo, através de todo o Velho Testamento, declara-se que Jeová é “misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade” (Êxodo 34:6; Números 14:18; Deuteronômio 4:31; Neemias 9:17; Salmos 86:5; Salmos 86:15; Salmos 108:4; Salmos 145:8; Joel 2:13).

No Novo Testamento, a bondade, amor e misericórdia se manifestam de maneira ainda mais abundante pelo fato de que “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Ao longo do Velho Testamento, também observamos que Jeová lida com Israel de um jeito bem parecido com o que um pai amoroso lida com um filho. Quando eles, deliberadamente pecaram contra Ele e começaram a adorar ídolos, Deus os disciplinou, mas mesmo assim os livrava cada uma das vezes, quando se arrependiam de sua idolatria.

É desta forma que vemos Cristo lidando com os cristãos no Novo Testamento. Por exemplo, Hebreus 12:6 nos diz que “Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.”

E em Romanos: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça” (Romanos 1:18).



Todas as vezes que estudei as escrituras, tanto a Bíblia quanto o Livro de Mórmon, para mim é evidente que Deus não é diferente num Livro ou no outro.

Apesar de ser a Bíblia um livro composto de sessenta e seis livros individuais, escritos em dois (ou possivelmente três) continentes, em três línguas diferentes, através de um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (vindos de diferentes atividades e ofícios), continua a Bíblia, mesmo assim, um livro consistente em sua unidade, do começo ao fim, sem contradições. Bem como o LM. Nisto concordo pois sempre vemos quão amoroso, misericordioso e justo é Cristo ao lidar com os homens pecadores, em todos os tipos de situação.

Verdadeiramente, acredito que as escrituras são como uma carta de amor de Cristo para a humanidade. Seu amor por sua criação, especialmente pela humanidade, é evidente por todas as Escrituras.

Por toda a Bíblia e LM podemos ver Deus chamando a todos, com amor e misericórdia, para terem com Ele um relacionamento especial, não porque mereçam, mas porque Ele é um Deus de graça e misericórdia, tardio em irar-se e cheio de amor, bondade e verdade.

Mas mesmo assim, vemos um Deus justo e santo, que é juiz de todos aqueles que desobedecem a Sua palavra e se recusam a adorá-lo, e ao invés disso, se voltam para a adoração de deuses feitos por suas próprias mãos, adorando ídolos e outros deuses ao invés de adorar o único Deus Verdadeiro (Romanos 1).

Advogados podem me dizer o que seria do mundo sem justiça, sem julgamento?

Por causa do caráter justo e santo de Deus, todos os pecados, presente, passado e futuro, devem ser julgados. Ele providenciou um pagamento pelo pecado e um caminho de reconciliação para que o homem pecador possa escapar de Seu julgamento através da Expiação.

Não é justo que quem O obedeça e cumpra Seus mandamentos e convênios seja colocado no mesmo patamar de quem não o faz.

Daí o Plano de Salvação, os Reinos de Glória, o propósito da Segunda Vinda e de nossas obrigações aqui.



No Velho Testamento, Jeová providenciou um sistema de sacrifício pelo qual se fizesse expiação pelo pecado, mas este sistema era apenas temporário e meramente enquanto se aguardava a vinda de Jesus Cristo, que morreria na cruz para fazer a expiação substituta e definitiva pelo pecado.

O Salvador que fora prometido no Velho Testamento é revelado de maneira mais completa no Novo Testamento, e a máxima expressão do amor de Deus, que foi enviar Seu filho Jesus Cristo, é revelada em toda a sua glória. Tanto o Velho quanto o Novo Testamento foram dados para fazer o homem “sábio para a salvação” (II Timóteo 3:15). Quando os estudamos mais de perto, o Velho e o Novo Testamento, torna-se mais evidente que Ele não é diferente entre um e outro.

Se todos, maus e bons, terroristas e santos dos últimos dias receberem o mesmo julgamento, então porque Cristo haveria de morrer de forma tão cruel?

Separar trigo do joio, seja por arrependimento sincero ou cortado com a foice por Ele em sua segunda vinda, faz parte do Seu plano. E sua primeira vinda não pode ter sido em vão.

Seja para judeus, palestinos, terroristas ou nós mesmos.

"Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores."
Romanos 5:8

Sim, Cristo é amor.

"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha...” (I Coríntios 13:4-8)



Como eu já disse mais de uma vez, é importante entender que nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Enquanto a maioria dos árabes é muçulmana, há muitos árabes não-muçulmanos. Além disso, há significantemente mais muçulmanos não-árabes (em áreas como a Indonésia e a Malásia) do que muçulmanos árabes. Segundo, é importante lembrar que nem todos os árabes odeiam os judeus, que nem todos os muçulmanos odeiam os judeus, e que nem todos os judeus odeiam os árabes e os muçulmanos.

Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).

Cristo os ama? Claro!

Se você olhar num mapa, Israel tem uma pequena faixa de terra e está cercado por nações árabes muito maiores, como a Jordânia, a Síria, a Arábia Saudita, o Iraque e o Egito.

Agora, de acordo com as profecias, ou seja, biblicamente falando, Israel tem o direito de existir como uma nação em sua própria terra – Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jacó, neto de Abraão (por quê não?). Ao mesmo tempo, acredito que tanto Israelenses ou Árabes e Muçulmanos deveriam buscar a paz e mostrar respeito pelos seus vizinhos.

Salmos 122:6 declara, “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam”.



Quem está certo, ELE julgará.

Não o presidente do Irã.

Israel - 4ª parte ( A História não contada pela mídia)


Algumas perguntas:


A raiz do povo judeu nasceu onde?
Onde Cristo nasceu?
Onde morreu?
A que povo Ele veio primeiro?
Onde voltará?
Todas as tribos das casas de José foram comandadas na tomada de terras no século XIII a.C. onde?
Onde as tribos de Judá e seus reis foram massacradas ou até os grandes massacres por Alemanha, França, Espanha, Inglaterra e Portugal a eles?

Os árabes vivem em diversos países, sejam estes Kuwait, Líbano, Síria, Egito, Iraque, Líbia, Mauritânia, Arábia Saudita, Etiopia, Catar, Barein, Jordânia, Sudão, Tunísia, Marrocos, Iêmen, Argélia, Eritréia, Somália, Omã, Emirados Árabes Unidos, e outros com grandes concentrações deles. Por quê não é suficiente, sendo que mesmo em Israel eles são muitos e são tratados igualmente perante a lei e participam igualmente em tudo? Inclusive o árabe é uma das línguas oficiais de Israel? Por quê eles não se contentam e querem tomar Israel, Jerusalém e todos os lugares onde Cristo andou e disse que seu povo deveria ali permanecer?

Onde Cristo irá voltar é onde Ele orou por todos!

Eu sou totalmente CONTRA a guerra, aprendi a ser totalmente CONTRA a pena de morte em ocasiões que temos visto, sou CONTRA muitas das coisas que você acusa, mas por quê os judeus não podem ter somente 01/UM/ONE/UNO/ένας/un/ein lugar para eles sem os árabes quererem também, principalmente os árabes mulçulmanos, porque os cristãos não aprovam esta bizarra tomada?

Comparado com a Síria, com o Irã ou um pouco menos com o Egito ou a Jordânia, Israel pode certamente orgulhar-se de defender valores democráticos como a liberdade de expressão, a supremacia da lei e a organização de eleições livres. Concordo que no plano estrutural e formal, Israel é uma democracia muito desenvolvida; mas, no que diz respeito a valores morais, esta democracia continua a ser frágil e vulnerável pois a maior parte da sociedade civil ainda depende do Estado, mas eles não enforcam por exemplo homossexuais como faz o Irã! E este respeito foi conquistado apenas após a criação do Estado em 48.



A maioria das pessoas no Brasil e em inúmeros países pensa que os Judeus apareceram de repente, como quem vem do nada, na Palestina em 1947, expulsaram todos os Árabes cruelmente de suas casas e criaram uma nação cruel e beligerante que só pensa em aniquilar os pobres coitados Árabes e tomar suas terras, de modo a expandir sua infindável riqueza. Esta é a visão propalada principalmente pelos grupos de esquerda do Brasil e seus militantes.

A verdade é muito diferente. Tenho judeus, árabes e italianos na minha família e documentos disso tudo.

Quando os hebreus pisaram naquela terra pela 1ª vez, eles o fizerem porque receberam ordem divina para se deslocar para lá. No Capítulo 12 de Gênesis, Deus manda o Patriarca Abraão sair de sua casa, na cidade de Ur, na Mesopotâmia e se mudar para a terra então conhecida como Canaã. A bíblia também relata que Deus confirmou para Isaque e Jacó(o pai dos Israelenses), que sua terra era ali. Quem crê no que está escrito na bíblia, concordará comigo. Com quem não crê, não é possível argumentar sobre isto.

Depois disto, para escapar de uma grande fome, a família de Jacó, o então povo Israelense, migrou para o Egito, quando os egípcios lhe eram favoráveis. Algumas gerações mais tarde, os egípcios os escravizaram, com crueldades típicas de Adolf Hitler, como infanticídio, etc..., conforme a Bíblia relata no início do livro de Êxodo.

No capítulo 3 de Êxodo, Deus fala com Moisés na sarça ardente e lhe dá ordens para que tire o povo de Israel do Egito e o leve para a Terra de Canaã, ou seja, a faixa de terra situada entre o Jordão, o Mar Morto e o Mar Mediterrâneo. Depois de andar por 40 anos pelos desertos da península do Sinai e das regiões situadas a sul e sudeste do Mar Morto, Moisés chega com Israel à divisa do Reino Amorreu de Hesbon e manda mensagem pacífica a seu rei, Seom, pedindo-lhe que permitisse a Israel atravessar seu reino para chegar ao Jordão. Seom sai com todo o seu povo para guerrear contra Israel.



Quando Seom econtrou o povo de Israel em Jaza, seu exército foi completamente derrotado e aniquilado. Em seguida, Ogue, rei de Basã, um gigante refém, saiu com todo o seu povo contra Israel e foi também completamente derrotado e aniquilado na batalha de Edrei. Diga-se de passagem que estes eram dois monarcas muito poderosos na região, sendo que Seom havia feito grande estrago em Moabe. Assim, Israel conquistou todo o território a leste do Jordão, desde o Rio Arnom até o Rio Jaboque(reino de Hesbon) e um bom território a leste do lago de Quinerete, incluindo as Colinas de Golã e o Monte Hermom, que tinha umas 60 cidades(reino de Basã), que foi dado como herança a duas tribos e meia(Ruben, Gade e a meia tribo de Manassés).

Em seguida, por ordem divina e com apoio total de Deus, Josué e os primeiros Juízes conquistam quase todo o território entre o Jordão e o Mar Mediterrâneo, trabalho que levou décadas. Muitas batalhas foram vencidas graças a milagres de Deus(até o sol parou de se movimentar). Ficaram uns poucos territórios sem conquistar, como as cidades de Gaza, Gate, Asdode, Ascalom e Ecrom, que continuaram habitadas pelos filisteus, povo que causou muitas dores de cabeça para Israel durante séculos.

Depois de Josué, veio o período dos Juízes, no qual houve uma alternância de atitude em Israel: Durante tempos, Israel se afastava de Deus e acabava se tornando vassalo de povos inimigos, sendo muito oprimido. Quando estavam em tribulação, se voltavam para Deus e este enviava um Juiz para libertar a nação dos opressores. Houve conflitos com vários povos: moabitas e amonitas(descendentes de Ló), remanescentes dos Cananeus, midanitas, filisteus, etc...



Após o período dos Juízes, veio a monarquia. O primeiro rei foi Saul, que começou bem, mas terminou desobedecendo a Deus e se afastando dele. Chegou a consultar uma médium espírita. Sua casa e sua dinastia foram por água abaixo. O segundo rei foi Davi, que derrotou todos os inimigos de Israel, impondo sua suserania e seu domínio sobre todos eles. Davi fez de Israel uma superpotência e um verdadeiro império. Não é à toa que os Judeus gostam tanto dele!!! Seu filho Salomão fez Israel mais próspero ainda, construiu o primeiro templo e seus domínios iam do Golfo de Aqaba até o Eufrates!! Os ricos comerciantes fenícios "carregavam água na peneira" para ele. No fim do reinado, Salomão se desviou de Deus e onerou abusivamente o povo com impostos, o que gerou grande desgosto e revolta, resultando na divisão do reino após sua morte.

Após a morte de Salomão, seu filho Roboão se negou a reduzir os impostos e 10 tribos o abandonaram, formando outro reino. Roboão ficou só com as tribos de Judá e Benjamim, formando o chamado Reino de Judá ou Reino do Sul. E as outras dez tribos formaram o chamado Reino de Israel ou Reino do Norte, do Qual Jeroboão se tornou rei. O Reino de Israel se afastou de Deus, e abraçou com força total a idolatria. Os profetas Elias, Eliseu e outros foram enviados por Deus para tentar colocar as 10 tribos de volta no bom caminho, mas não lograram êxito e a paciência de Deus se esgotou. em 724 a.c., o rei Sargão II, da Assíria, conquistou as 10 tribos e levou a maior parte do povo cativo. No lugar dos cativos, colocou gente de todos os cantos do Oriente Médio em Israel, para se misturar com o que sobrou da população, o que resultou na formação do povo conhecido como "Samaritanos".



Com o início do retorno de Babilônia para Jerusalém, em 538 a.c., Israel passa a viver como vassalo do Império persa. Os persas quase sempre foram bons para Israel. A exceção foi a ocasião em que um tal de Hamã tenta convencer o rei persa Assuero a exterminar os judeus. O azar de Hamã é que a esposa preferida do rei, Ester, era judia. Hamã acabou sendo enforcado(a la Saddam Hussein) e os judeus foram salvos. No período persa, o templo foi reconstruído, mas não com o mesmo esplendor do templo de Salomão. O período persa termina com a conquista do Oriente médio por Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, aprox. 330 a.C.

Com a morte de Alexandre em 323 a.c., seu império foi dividido em 3 partes. Egito, Macedônia e Síria(império Selêucida). Até o fim do século III a.c., Israel foi vassalo do Egito dos Ptolomeus(que foram bons para os Judeus). entre 203 e 201 a.c, os Selêucidas conquistaram Israel e foram extremamente cruéis com os Judeus, obrigando-os a abraçar a qualquer custo a idolatria, o que resultou na revolta dos Macabeus, em 166 a.c., que devolveu aos Judeus a Independência política.

O reino dos Macabeus começou só com a Judéia em 166 a.c., mas com a decadência acelerada do Império Selêucida, os Judeus reconquistaram todo o território perdido nos séculos anteriores, chegando a ter domínios além do Jordão. Israel voltou a ser uma potência. Toda essa felicidade acabou em 64 a.c., com uma guerra civil em Israel. Os Romanos chegaram, tomaram partido na guerra civil e acabaram reduzindo Israel a vassalo novamente. Mais ou menos 40 a.c., o genro do último rei da dinastia dos Macabeus, um tal de Herodes, vira rei - um tipo de rei vassalo do império romano. Israel vai só descendo ladeira abaixo politicamente...





No ano 66, estoura uma guerra entre Judeus e Romanos. Os Judeus tiveram alguns sucessos iniciais, mas os Romanos acabam prevalecendo. No ano 70, o imperador Romano Tito destrói Jerusalém, o Templo e tudo o que via pela frente. O último reduto de resistência judaica cai no ano 73, em Masada, ao sul de Jerusalém. Já havia, conforme relata a Bíblia, uma enorme Comunidade Judaica no exterior, chamada de dispersão, mas no ano 70, a maior parte da população de Israel vai para o exílio. No ano 130, Trajano sufoca outra revolta dos Judeus, liderada por Bar Kosheba, e manda muito mais Judeus para o exílio. Restam pouquíssimos Judeus na sua terra, mas continuam existindo Judeus na terra santa, até o grande retorno, no século XIX. O nome "Palestina" foi inventado pelos Romanos, em homenagem aos Filisteus, inimigos históricos de Israel, exatamente para desprestigiar Israel em sua terra, coisa típica de um Adolf Hitler Latino do século I.

No capítulo 19 do Evangelho de Lucas, Jesus explica porque esta calamidade haveria de vir sobre Israel e diz que "Jerusalém será pisada, até que se completem os tempos dos gentios". Isto nos prova que o próprio Jesus profetizou que um dia o Estado de Israel seria restaurado e que Jerusalém estaria sob controle total Israelense, profecia cumprida na íntegra em 1967, após a guerra dos 6 dias. Segundo Jesus, toda esta calamidade ocorreu porque Israel desprezou as bênçãos que Deus lhe ofereceu naqueles tempos, mas lembremos que as promessas feitas por Deus a Abraão, Isaque e Jacó não podem ser invalidadas. Por isto, um dia o Estado de Israel seria(como de fato foi) restaurado. Isto é bíblico!!! Quem prega a destruição de Israel portanto não tem nenhum compromisso com as Escrituras Bíblicas.



Após as incursões de Tito e Trajano contra os Judeus, estes foram em sua maioria, dispersos por todo o mundo civilizado e conhecido na época. No entanto, alguns poucos ficaram. Jamais houve um dia de lá para cá em que não existissem Judeus na Terra Santa, ainda que poucos. A vida dos Judeus nunca foi fácil pelo mundo afora. Sempre vivendo como uma minoria diferente do povo em geral, com outra religião, outra cultura, interagindo com as populações majoritárias de cada país sobretudo no comércio e nas atividades econômicas. Está dispersão foi chamada pelos historiadores de Diáspora.

Na Idade Média, o regime político predominante era o feudalismo, onde nobres e grandes proprietários de terras dominavam regiões semi-autônomas das principais nações com mão de ferro, em parceria com Clérigos Católicos. Ora, em regimes autocráticos, não há tolerância para com quem pensa diferente, pratica outra religião e tem outra cultura. Somente as "vaquinhas de presépio" são bem quistas pelas elites dominantes. Por isto, os Judeus nunca foram queridos das mesmas elites. Eles eram tolerados e até bajulados, devido ao seu dinamismo empreendedor e comercial, quando as elites precisavam desesperadamente promover a prosperidade econômica de seus feudos em parceria com os empreendedores Judeus. O catolicismo ensinava que ser ultra-pobre, vivendo miseravelmente da agricultura de subsistência, era agradável a Deus, incentivando os camponeses católicos a não progredir materialmente, para serem dominados com maior facilidade. Por isto havia muitíssima miséria na Idade Média.

Mas quando a economia já rumava para uma situação de calamidade, as elites buscavam parcerias com os Judeus para amenizar a situação ou quando precisavam de financiar guerras e aventuras expedicionárias, como a de Pedro Álvares Cabral(lembrando que na época os combatentes eram na maioria mercenários).



A formação dos Estados Nacionais Absolutistas, criou uma situação de autoritarismo extremado nas nações européias da Idade Moderna. Em regimes autoritários, além de não haver tolerância para com quem pensa diferente, ainda existe a necessidade de se criar um "bode expiatório", para nele depositar a culpa por todos os problemas nacionais e assim aumentar o Ibope de Sua Majestade. Isto levou a grandes perseguições de Judeus em toda a Europa. Não foi Hitler que criou o anti-semitismo. Ele foi largamente praticado por quase todas(senão todas) as nações européias em pelo menos parte de sua história. Quando Espanhóis e Portugueses estavam cheios de ouro e prata(não precisando mais do dinamismo econômico judeu), os Judeus eram eleitos culpados pelas mazelas nacionais e perseguidos ou expulsos de seus países. Fatos semelhantes ocorreram em toda a Europa. O hábito de odiar e perseguir Judeus ou apoiar governos que o fazem, já fazia parte da cultura européia há séculos quando Hitler foi eleito Primeiro Ministro em 1933.

A Inquisição foi o fato mais absurdo da história: pessoas que se diziam cristãos ultra-piedosos e fervorosos agrediam, matavam e roubavam os descendentes de Abraão e os parentes de Jesus. Será possível isto? De modo algum!!!! É claro que os Judeus cometeram vários erros em sua história e por diversas vezes não obedeceram a Deus, mas mesmo assim quem quer ser Cristão e assim chamado deve ter consideração e respeito pelo povo que descende dos Patriarcas Bíblicos(Abraão, Isaque e Jacó), ao qual pertenceram Moisés, Josué, Davi e todos os profetas e apóstolos e do qual nasceu Jesus. POR QUÊ perseguir este povo???? Não somente católicos, mas também protestantes alemães e de outras nações européias ajudaram Hitler a cometer atrocidades contra Judeus!!!



Voltando à história dos judeus para que entendamos tudo isso hoje, após o início da Diáspora, em torno de 130 d.C., a terra santa ficou sob ocupação romana. É bem possível que os Romanos naquela época já tenham trazido colonos Árabes para a região, uma vez que há vários relatos bíblicos de presença de Árabe lá na Antiguidade. Em 395, com a divisão do império romano em 2, a Terra Santa ficou para o Império Bizantino, que teve seu apogeu no século VI, no reinado de Justiniano. No século seguinte, os Árabes tiveram uma rápida ascensão, com a criação da religião muçulmana, conquistando todo o Oriente médio, o norte da África, a Espanha e chegando até a invadir a França, sendo barrados em Poitiers, em 732 d.C. Por pouco, não tomaram Bizâncio. Aí os Árabes dominaram a terra. Mas há relatos de Judeus convivendo pacificamente com Árabes na Terra Santa entre 700 d.C. e 1.000 d.C.

Com a decadência e a fragmentação do império Árabe, no fim do primeiro milênio, uma tribo turca, dos seldjúcidas, controlou a Terra Santa. Aí as nações da Europa Ocidental promoveram as cruzadas, para tomarem a terra dos turcos e conseguiram se fixar lá por uns 100 a 200 anos. Foi nessa época que surgiu o famoso guerreiro Curdo, Saladino, que causou grandes danos aos Europeus. Depois disto, vieram os Turcos Otomanos, que vivem até hoje na Turquia, os quais dominaram os Seldjúcidas e tiveram a Terra Santa sob seu poder até o fim da 1ª Guerra Mundial, em 1918.



O Império Otomano teve seu apogeu dos séculos XV a XVI e foi de modo geral extremamente cruel com todos os seus súditos, criando populações revoltadas e brutalizadas entre as tribos Árabes e Curdas, as nações balcânicas e outras. Esta foi a principal causa dos recentes conflitos selvagens e sanguinolentos nos Balkans e no Oriente Médio, como o do Iraque e o da Bósnia, por exemplo. Muitos Árabes odeiam os turcos até hoje. Os Palestinos nunca tiveram uma vida fácil sob o domínio Otomano, ao contrário do que muitos pensam, apesar de praticarem a mesma religião. O império Otomano entrou em decadência no início do século XVIII, com a ascensão do Império Russo, seu maior inimigo. E seu rápido enfraquecimento, no século XIX, abriu caminho para o início do retorno dos Judeus para a Terra Santa.

Os Judeus, expulsos da Inglaterra em 1290, da França em 1391, da Áustria em 1421 e da Espanha em 1492, não encontravam ar para respirar na Europa. Os déspotas europeus não aceitavam de forma alguma que alguém pensasse uma vírgula a mais ou a menos do que eles achavam que as pessoas deveriam pensar. Espoliados, intolerados, perseguidos e tidos como bodes expiatórios de forma incessante em várias nações européias, os judeus começaram a emigrar. Jamais houve um tempo sem Judeus na Terra Santa na história, e mesmo antes do século XIX, houve imigração e retorno de Judeus para lá. Mas foi no século XIX que o retorno ganhou impulso. Em 1850, os Judeus já eram o grupo étnico mais numeroso da Terra Santa e em 1900 já eram a maioria absoluta.



Com a vitória inglesa sobre os turcos na 1ª guerra mundial, a Terra Santa se tornou colônia britânica. Em 1918, a Grã-Bretanha e outras nações reconheceram que os Judeus tinham direito de viver lá e até deram um certo apoio para a imigração e formação de comunidades Judaicas, desde que houvese respeito pelos outros grupos étnicos lá existentes (árabes, drusos, gregos, beduínos, etc...). Mas a imigração foi subitamente acelerada com a perseguição nazista aos judeus na Alemanha e países a ela aliados (Áustria, Hungria, Romênia, Itália, Bulgária, etc...). Ninguém via com maus olhos a perseguição nazista aos Judeus, pois perseguir Judeus na Europa já era moda há muitos séculos!!! Muita gente até aplaudia em países anti-nazistas!! Os palestinos pela primeira vez se levantaram contra a imigração Judaica em 1936, com uma revolta. Os ingleses abafaram a revolta, mas restringiram a imigração Judaica, para tentar acalmar os ânimos.

Para aumentar seu ibope tanto na Alemanha quanto nos países vizinhos que pretendia conquistar, Adolf Hitler elegeu os Judeus como bode expiatório de todos os males europeus. No começo, tiveram lugar as depredações de patrimônio, os saques, os guetos, etc... De 1943, com a certeza da derrota, Hitler decidiu partir para o extermínio total, com campos de concentração famosos como Auschwitz, Theresienstadt, Dachau, Sobibor, etc... Até nos últimos dias da guerra houve extermínio. As matanças só terminavam quando os aliados conquistavam os campos de concentração. A maior parte dos escravizados, torturados e assassinados tinham origem no Leste europeu, especialmente a Polônia e, nos últimos dias da guerra, a Hungria. Mas foram exterminados Judeus em todos os países conquistados e ocupados.



Quando os alemães conquistaram a Polônia, em muitos casos, não precisaram de matar os Judeus: simplesmente assistiam os poloneses fazendo o serviço sujo. Na Polônia houve massacres de Judeus até depois da guerra, os famosos "pogroms". Não foi à toa que muitos Judeus desrespeitaram a proibição britânica de entrada na Terra Santa e entraram "na marra" entre 1945 e 1947. Na verdade, nem os aliados durante a guerra se esforçaram muito para impedir o holocausto. Nunca foi bombardeada qualquer ferrovia que conduzia a Auschwitz, por exemplo!!! Mas a revelação do holocausto após a guerra horrorizou a humanidade e deu certo alento para a re-constituição do Estado de Israel, que culminou com o fim da ocupação britânica e a partilha da Terra Santa pela ONU mais ou menos 50% a 50% para Árabes e Judeus em 1947.

A resolução da ONU determinava a partilha da Terra Santa meio a meio, com a criação de um Estado Judeu e outro Palestino. Mas os países árabes vizinhos (Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque), a maioria recém-desligados do colonialismo anglo-francês, não aceitaram a partilha e atacaram Israel. Por um milagre divino, Israel conseguiu derrotar ao mesmo tempo todos os combatentes irregulares palestinos e todos os estados árabes agressores. No fim da guerra, em 1948, o Estado de Israel estava maior, com aproximadamente 20.000 Km2 e restaram aos Palestinos a faixa de Gaza e a Cisjordânia. Mas os Palestinos não tiveram seu Estado. A Jordânia anexou a Cisjordânia e o Egito anexou a faixa de Gaza.



Não houveram somente refugiados palestinos em 1948, houveram mais refugiados Judeus que Palestinos. Os Palestinos que se envolveram na guerra fugiram de Israel, em número de 711.000. Mas os Judeus que habitavam a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e os demais países árabes do oriente médio também foram expulsos de casa, em número superior a 800.000!! Os refugiados Judeus, somados aos sobreviventes do holocausto que chegavam da Europa fugindo de perseguições lá, ocuparam o lugar dos refugiados palestinos na terra e os refugiados Palestinos, que nunca foram bem recebidos nos países de seus "irmãos" árabes, ficaram amontoados em campos de refugiados. Há palestinos com mais de 50 anos de idade que nasceram como refugiados e até hoje vivem como refugiados. Na verdade, houve uma troca de refugiados!

No início do Estado de Israel tudo foi muito difícil: havia muita pobreza, faltava de tudo e todo mundo era muito solidário e trabalhador em Israel. Israel trabalhou duro e todo mundo lá reconstruiu sua vida, sua casa e seu País. Enquanto isto, do lado palestino, todo mundo vivia parado, atrasado, na miséria. A Cisjordânia penava sob a monarquia absolutista retrógrada dos Hashemitas da Jordânia e a Faixa de Gaza vivia sob a ditadura socialista medíocre de Gamal Abdel Nasser. Nunca nenhum país árabe recebeu e tratou bem os refugiados palestinos. Eles sempre foram isolados, desprezados, odiados e tratados como cidadãos de segunda classe. Enquanto Israel se transformava em país de primeiro mundo, os palestinos viviam pra lá do terceiro mundo, dominados por regimes despóticos e retrógrados.

É importante também lembrar que Israel não promoveu uma faxina étnica como a que Slobodan Milosevic tentou promover na Bósnia e no Kosovo, sem fala no território croata da Krajina. Os Árabes que sempre conviveram em paz com os Judeus continuaram e continuam até hoje a viver em Israel, compreendendo 15% da população. Eles tem plena cidadania e elegem seus representantes no parlamento Knesset. Este é até um problema para ser resolvido em Israel: como a taxa de crescimento da população Árabe é maior do que a Judia, devido à maior relação de filhos/mulher dos Árabes, existe o risco de a população Árabe ficar maior do que a Judia em 40 ou 50 anos, descaracterizando Israel como Estado Judeu. Isto pode até levar Israel a trocar o território usado pelas colônias judaicas na Cisjordânia por cidades altamente povoadas por árabes israelenses com um futuro Estado Palestino.

Como eu disse desde o começo que comecei o tópico, quem mais tem interesse na criação de um Estado Palestino são os próprios Judeus, pelo motivo acima explicitado. Isto só não acontece porque as ações terroristas de elementos radicais e criminosos financiados pelo Irã, Síria e outros estados párias dinamitam qualquer tentativa de se conversar sobre o tão sonhado acordo de paz.



Agora, os judeus são os descendentes de Judá.

Judá foi o quarto filho de Jacó, o Pai de Israel e assim Judá foi o pai de uma das doze tribos, a que deu origem a Calebe, Rute, Davi e Jesus. Após o reinado de Salomão, as doze tribos se separaram: de um lado Judá e Benjamin formaram um reino, que existiu até 586 a.c. e as outras dez tribos formaram outro reino, que subsistiu até 724 a.c. Em 724 a.c., os Assírios levaram embora a maior parte das 10 tribos. e ficou só o reino menor, composto por Judá e Benjamin. Mas como Benjamin era uma tribo relativamente pequena e Judá uma grande tribo, a população deste reino foi chamada de Judeus. A maioria dos Judeus do mundo atual é descendente do que sobrou deste reino de 2 tribos após a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor em 586 a.c. e o cativeiro de Babilônia conforme disse nos tópicos anteriores sobre a história dos judeus.

Agora, não cabe a nós dizer que os judeus não merecem um local deles, e ainda mais onde toda a raiz da história acontece, mas sim, o que e onde deveriam ser os seus limites.

Alguns defendem voltar para as fronteiras que tinham em 1967. Eu acho que isso significa muito para Israel. Além de recuperar as colônias agrícolas, seria também recuperar 5000 anos de História e Fé que foram construídas na Judéia/Samaria (que chamam de "Csjordânia"). Se um Estado palestino fosse criado, teria que ser nas fronteiras de 1921. Sem a Judéia/Samaria, Israel não teria acesso as cidades sagradas como Hebron, Beit Lehhem, Shechem e etc, além de é claro de ficar mais vulnerável territorialmente.

Eu defendo a manutenção da Judéia/Samaria em Israel como uma forma de manter viva as ligações históricas e espirituais que o Povo Judeu tem naquela região, pois lá estão importantes lugares para a história judaica: Chevron, Beit-Lehem, Silot, Kiriyat-Yearim, Sechem, Mispah, Gibeah, Tizra, Samaria.

Muitos palestinos poderiam até colocar na cabeça a idéia de que eles poderiam ser israelenses como todos os outros.



Esta guerra é religiosa e vem de muito tempo. Nem de 67 nem de 21, mas séculos antes de Cristo. Infelizmente não dá pra separar história bíblica e profecias da mesma. Tenho os dois lados na família. Não digo somente de um lado só. Em minha família os árabes concordam que eles lutam por território enquanto judeus lutam por sobrevivência. Estes foram torturados e perderam muitos em relação ao nazismo, eles sabem o que isso significa e por isso lutam tão bravamente.