October 05, 2010

Israel - 6ª parte ( A História não contada pela mídia)


Exemplo de terrorismo para mim é Osama Bin Laden. Para quê matar milhares de pessoas, explodindo as torres gêmeas somente para mostrar "que o mundo capitalista é o mal do mundo", matando inocentes e usando pessoas de sua própria convivência como bombas humanas?


O que ninguém sabe é que a relação de Bin com os palestinos vai além do Islan.

Especialistas em terrorismo dizem que centenas de árabes muçulmanos, inclusive palestinos, estão aprendendo técnicas terroristas nos campos organizados por Osama Bin Laden, o terrorista confesso mais procurado do mundo. Estes pesquisadores afirmaram temer que o atual levante palestino possa ir além de uma luta por um Estado para se tornar uma "guerra santa".

Yoram Schweitzer, do Instituto de Política Internacional para Contraterrorismo, sugeriu que os que estão voltando de campos no Afeganistão e na Chechênia estariam planejando uma campanha de terror.

Os palestinos chamam o atual levante de "Intifada de Al Aqsa", referindo-se à mesquita no Monte do Templo, em Jerusalém, reivindicados tanto pelos árabes como pelos judeus. O nome, afirma Schweitzer, dá abertura para os fundamentalistas.

O cientista político palestino Ghassan Khatib concorda que elementos religiosos estão tentando dar um outro sentido ao conflito. "O colapso dos esforços de paz e a contínua ocupação israelense da Cisjordânia e Faixa de Gaza fortalecem os fundamentalistas", ressaltou.

Outro destacado especialista do instituto em Herzliya, Ely Karmon, disse que a meta estratégica do Hamas (um dos braços armados dos fundamentalistas do Irã) é destruir Israel pela luta armada e transformar o novo Estado em um Estado islâmico (Correio do Povo, 20/6/2001).



Na verdade, essas afirmações não deveriam ser novidade para ninguém, mas parece que grande parte do mundo ocidental não compreende o que há por trás do conflito em Israel.

Por isto até a maioria dos cristãos, que deveriam ter discernimento através do conhecimento das profecias bíblicas, não conseguem avaliar corretamente o que está em jogo. Por isso, é útil ler o que Dave Hunt diz no livro "Jerusalém – Um Cálice de Tontear":

"O Islã está envolvido numa guerra santa para obter o controle do mundo! Essa guerra foi iniciada pelo próprio Maomé no século VII, e continua a ser executada hoje por seus seguidores fiéis por meio do terrorismo. Esses terroristas não são radicais ou extremistas, como os meios de comunicação constantemente os rotulam. São, antes, fundamentalistas islâmicos fiéis à sua religião e aos ensinos do Corão, seguindo fielmente as pegadas de seu grande profeta, Maomé. Como um ex-muçulmano e erudito islâmico afirmou:

"Nunca devemos imaginar que tais muçulmanos estejam sendo desnecessariamente perversos. Eles estão simplesmente sendo fiéis à sua religião. A atitude que um bom muçulmano deveria ter para com um judeu ou um cristão não é segredo para ninguém. Na verdade, muito do incitamento à violência e à guerra em todo o Corão é dirigido contra os judeus e os cristãos que rejeitaram o que pensavam ser o estranho deus que Maomé tentava pregar.

Numa tentativa esquizofrênica de negar a verdade, muitos muçulmanos, especialmente os que exercem liderança civil, insistem que o Islã é uma religião pacífica. No entanto, o terrorismo dirigido contra nações árabes com o fim de pressioná-las a adotar a lei islâmica está em perfeito acordo com as táticas que o próprio Maomé empregou para forçar a obediência ao Corão... a violência e o terrorismo têm sido os meios de expandir o Islã desde o princípio, com Maomé e seus sucessores. Esse é o ensino do Corão. Os ensinos do Islã, na verdade, inspiram o terrorismo árabe ao redor do mundo...



"Os atentados à bomba e os assassinatos vêm de uma motivação religiosa genuína: a destruição de Israel e a sujeição final de todo o mundo à lei islâmica...

Os terroristas islâmicos acreditam estar seguindo as instruções, e ter as bênçãos de Alá. É essa fé que dá aos terroristas islâmicos tamanho zelo e os faz dispostos a sacrificar as próprias vidas pela causa da conquista do mundo pelo Islã. Na verdade, o massacre de inocentes é uma prática honrada no Islã. Em sua guerra contra o Iraque, a República Islâmica do Irã, sob a orientação dos líderes religiosos, limpou campos minados utilizando milhares de garotos de escolas primárias para andar à frente das tropas e dos tanques... Tal sacrifício fanático de vidas é considerado a mais alta façanha no Islã. Como explicou o aiatolá Khomeini: "A mais pura alegria do Islã é matar ou morrer por Alá." Ambas as opções trazem consigo a promessa do paraíso... Para a mente ocidental é impensável que "Deus" pudesse encorajar tal massacre. Para o muçulmano, todavia, violência e derramamento de sangue são a expressão máxima da religião e o caminho seguro para a recompensa eterna...

Não é por acaso que grande parte do terrorismo internacional seja praticado por muçulmanos, nem é estranho que eles não sintam quaisquer remorsos pelo assassinato de mulheres e crianças inocentes. Afinal, todas as vítimas são vistas como infiéis. Também não pode ser negado que é o Corão que dá a um jovem muçulmano a coragem de amarrar uma bomba a seu próprio corpo e detoná-la para matar judeus em Israel. Tal ato, infame por qualquer outro padrão, conquista para o muçulmano a mais alta recompensa no céu...

O fundamentalismo islâmico está em alta em todo o Oriente Médio. Alcança até mesmo o Ocidente, onde o islamismo é a religião que cresce mais depressa. Suas mesquitas estão sendo construídas em número crescente por toda a Europa, Estados Unidos [e outros continentes]..."



A guerra nos céus não foi de um dia para outro, assim como não será a última guerra. A rebelião de Satanás foi a última coisa que aconteceu depois de ele ter feito sim, muito terrorismo, como por exemplo querer tirar o livre arbítrio do homem impondo suas condições e mesmo talvez incitando um contra outro com toda série de negativas como conhecemos.

Claro que a guerra contra o terrorismo poderia ser trocada por um combate com inteligência, eficácia e em um contexto de legalidade os atos criminosos terríveis e indefensáveis, que das sombras golpeiam inocentes.

Lamentavelmente, a política unilateral e de marginalização das Nações Unidas conduzida por Bush pulverizou em pouco tempo esse capital de solidariedade. A causa foi, sobretudo, a invasão do Iraque, que hoje a maioria dos analistas considera um tremendo erro. Pouco depois do 11 de setembro a Índia propôs à Assembléia Geral das Nações Unidas a busca de uma definição da palavra terrorismo a fim de enquadrar o combate contra esse flagelo. Mas o que à primeira vista parecia simples se tornou extremamente difícil e não foi possível conseguir um acordo. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, não desistiu e nomeou um comitê de "sábios" com a missão de encontrar uma definição aceitável para todos os países-membros das Nações Unidas.

As técnicas utilizadas por Israel contra a população palestina são um exemplo dessas dificuldades. Claro que Israel, bem como a guerra ao tráfico no Rio ou a justiça feita com as próprias mãos pelas ruas de São Paulo se enquadram na mesma idéia. O tema não é novo e se apresentou durante a última guerra mundial, na qual morreram muitos milhões de inocentes. Recordemos os bombardeios sobre Londres e depois sobre algumas cidades alemãs como Dresden, as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki e muitas operações secretas criminosas praticadas por um e outro lado. Para não falar do Vietnã e de tantos genocídios cometidos na África antes e depois da descolonização.



O terrorismo global contemporâneo difere do procedente em um aspecto fundamental: é menos político e mais religioso. Até por isso reabri o tópico quando falamos sobre 'religião é ópio do povo'.

O fenômeno dos terroristas suicidas é um exemplo terrível dos extremos que o fanatismo religioso pode alcançar. Por isso, entre os perigos aos quais hoje estamos expostos considero que um dos mais graves é que nos deixemos levar a novas guerras religiosas.

Não tenho dúvidas de que o terrorismo global é uma perversão da religião islâmica. Não, não são todos os muçulmanos terroristas. São so fundamentalistas, assim como temos os fund. mórmons, católicos, protestantes, umbandistas e em todo lugar.

Como escreve Jean Daniel, "representa o rosto demente do Islã". Por isso, ao atacar o terrorismo é preciso ter cuidado para não ferir o Islã e semear ódios e ressentimentos entre muçulmanos que condenam e combatem o terrorismo. Eu tenho uma amiga indiana que trabalha comigo que é muçulmana e totalmente contra os fundamentalistas de sua religião. A prova de que a luta contra o terrorismo é mal conduzida pelo Ocidente consiste no fato de que passados mais de cinco anos desde o 11 de setembro ainda nos sentimos cada vez mais ameaçados.

A guerra contra o Iraque transformou esse país em um campo de treinamento privilegiado do terrorismo global, além de ser um atoleiro suicida para as tropas anglo-americanas. E não se enxerga uma saída fácil, já que o enfrentamento entre xiitas e sunitas empurra o Iraque à beira da guerra civil.

Acredito que somente a democracia vivida seriamente é a melhor e mais eficaz arma contra o terrorismo. Precisamente, o civismo e a moral democrática dos londrinos, por ex., explicam seu comportamento sereno diante dos atentados, incluindo os que mais protestaram nas ruas contra a guerra no Iraque. Claro que guerrear de volta parece mais vingança que proposta de paz.

E Bin sem dúvida relaxa, descansa e comanda suas atividades no Iran. Afinal, tem o apoio do presidente e carta branca.



Analisando Al-Qaeda:

A grande maioria dos terroristas pertence à classe média e as lideranças, à classe alta. Isso vale para a maior parte dos movimentos políticos, inclusive os movimentos terroristas, e a Al Qaeda não é diferente. Embora a Al Qaeda justifique suas operações alegando agir em nome de seus irmãos pobres, sua ligação com a pobreza é, na melhor das hipóteses, vicária.

A média de idade dos homens que se engajam em organizações terroristas é de 26 anos. São jovens adultos, completamente responsáveis por suas ações. Contudo, talvez devido à importância cada vez maior da internet, que atrai pessoas mais novas, a média de idade está caindo. Na internet, esses jovens encontram os mitos da Al Qaeda e alguns são levados a executar operações em seu nome, mesmo sem nunca ter conhecido ou recebido instruções de alguém de dentro da Al Qaeda. Nos dois últimos anos, a média de idade dos terroristas presos que pertenciam à Al Qaeda caiu para 22 anos.

As madrassas, internatos islamitas que pregam o ódio ao Ocidente, fazem lavagem cerebral nos jovens muçulmanos para transformá-los em terroristas. Mas, somente 13% dos terroristas freqüentaram madrassas, e essa prática era específica do Sudeste Asiático, onde dois mestres, Abdullah Sungkar e Abu Bakar Baasyr, recrutavam os melhores alunos para formar a espinha dorsal do Jemaah Islamiyah, grupo extremista indonésio ligado à Al Qaeda. Isso significa que 87% dos terroristas da amostra receberam educação secular.

Cerca de dois terços dos pesquisados vieram para o Ocidente para estudar e haviam freqüentado faculdade, ao passo que, em suas comunidades de origem, menos de 10% das pessoas tinham cursado ensino superior. Apesar do grau de instrução, eles não tinham muito conhecimento da religião; entretanto, muitos haviam estudado engenharia, o que os tornou duplamente perigosos. A relativa falta de educação religiosa deixou-os mais vulneráveis a uma versão extrema do islamismo, e eles tinham capacidade para construir bombas.



Algumas pessoas afirmam que a falta de oportunidade sexual dos jovens muçulmanos transforma sua frustração em terrorismo suicida para conquistar o céu como recompensa, principalmente o acesso às 72 virgens que o Corão tanto prega. Na verdade, três quartos dos terroristas da Al Qaeda são casados e dois terços deles têm filhos (e muitos). Esse aparente paradoxo é explicado pelo fato de que eles querem recrutar muitas crianças para o jihad, enquanto se sacrificam por sua causa e seus companheiros.

Aproximadamente 60% dos terroristas da Al Qaeda tinham uma atividade profissional ou semiprofissional. Isso está mudando, porque a nova geração de terroristas é mais jovem, com menos formação que os da antiga geração.

Pouquíssimos terroristas da Al Qaeda tinham antecedentes criminais. Nenhum dos 19 perpetradores dos ataques terroristas de 11/9 nos Estados Unidos tinha ficha criminal em nenhum país. Isso está mudando, em especial na Europa Ocidental, onde os novos recrutas da Al Qaeda vêm da geração “excluída” e recorrem a pequenos crimes ou ao tráfico de drogas para se manter.

Praticamente não havia casos de doença mental, apenas traços de psicopatia adquirida por lavagem cerebral do fanatismo fundamentalista. Isso faz sentido, pois as pessoas com doença mental logo são cortadas das organizações clandestinas por razões de segurança.

O recrutamento na Al Qaeda foi feito com base na amizade e nos laços de sangue, não na persuasão dos recrutadores. Cerca de dois terços dos terroristas são amigos antes de sequer pensar em entrar para uma organização terrorista. Eles formaram um grupo radical e, juntos, decidiram entrar para a Al Qaeda. O melhor exemplo é o grupo de Hamburgo, que levou à operação de 11/9. Oito amigos decidiram se filiar e viajaram juntos para o Afeganistão em duas levas. A primeira consistiu nos pilotos e a segunda, no grupo de apoio. Eles tinham parentes próximos, pais, irmãos ou primos de primeiro grau que já eram membros da Al Qaeda.

Meio de vida? Como trafico de drogas?



Que fique bem claro, independente da história passional de Sarah ou Agar, que Deus jamais mencionou Palestina na Bíblia. Palestina é o nome que os romanos deram à terra de Israel, em homenagem aos filisteus, inimigos de Israel. Os romanos trocaram o nome de propósito, por desprezo e ódio aos judeus (a parte italiana da minha família diz isso e se envergonha muito).

Israel possui armas nucleares. Se Israel pensasse exatamente como os islamicos pensam, os vizinhos árabes estariam extintos há anos.

Se os islâmicos fundamentalistas do Iran, árabes ou não, tivessem essas armas, eles o fariam num piscar de olhos. Sem armas nucleares, diariamente eles prometem (e dão abundantes provas) que querem destruir Israel.

Contudo, vejo que para alguns os dois lados são iguais, somos forçados a imaginar dois grupos no Oriente Médio que querem se matar. Tente imaginar. De um lado, menos de 5 milhões de judeus, vivendo num país apertadinho, bem menor do que o nosso pequeno Estado do Espírito Santo. Do outro lado, 500 milhões de árabes muçulmanos vivendo numa região bem maior do que o Brasil inteiro. Os pouquíssimos judeus que vivem em alguns países muçulmanos são perseguidos e maltratados. Os muitos árabes muçulmanos que vivem dentro de Israel são respeitados em seus direitos humanos. Parece tudo igual, não?

Agora, para que essa igualdade fique mais clara ainda, para você entender o ódio “mútuo” de destruição, os judeus que vivem em outros países não cometem atos terroristas contra ninguém. Já viu um grupo de judeus seqüestrando aviões para lançá-los contra prédios? Já viu judeus cortando a cabeça de americanos ou europeus e mostrando tudo em vídeo para todos verem?



Pois é, o que os árabes muçulmanos fazem com Israel no Oriente Médio também fazem em qualquer lugar do mundo em que vivem. Mas para alguns os judeus são diferentes, muito diferentes dos judeus que você conhece da Europa, EUA e outros países, que são pacíficos, mas que logo que chegam à sua terra a ancestral se tornam automaticamente violentos e possuídos de ódio para destruir os árabes.

Só os muçulmanos é que não mudam. Para onde vão, levam o terrorismo junto.

Na própria Europa, onde os judeus, em menor ou maior grau, sempre foram perseguidos, os muçulmanos têm uma experiência diferente. Enquanto muitos judeus estão fugindo da França e outros países europeus por causa de perseguição, os muçulmanos estão… criando tumultos, ameaçando atentados, planejando atos terroristas! Se de fato houver algum tipo de igualdade aí, só vocês mesmos conseguem enxergar.

Eu pergunto: Onde é que judeus e árabes muçulmanos são iguais?

Os judeus e árabes são tão iguais que um costume universal, até mesmo no Brasil, é debochar de judeus. Meu pai sempre me contou que na escola o desprezavam, só porque ele era judeu. No Brasil, e em muitos lugares, os judeus são vítimas de muitos adjetivos negativos. Mas não é costume universal debochar dos árabes e muçulmanos. Os judeus não revidam os deboches e humilhações. Se vocês acham que judeus e árabes muçulmanos são iguais, tentem debochar de árabes e muçulmanos, se tiverem coragem e muita proteção!

Nossas opiniões podem e são muito diferentes. Nem por isso seremos parte de um ou outro povo na guerra.

Se as escrituras e os profetas e a Igreja de Jesus Cristo estiverem erradas neste assunto, vou esperar Ele dizer quando voltar.

Isso me lembra o Lula, na cúpula Arabe-SulAmericana, Num momento histórico em que todos deviam lembrar as tragédias da II Guerra Mundial, Lula mostra um mapa sem Israel marcado Palestina em toda a extensão do Oriente.

Que maneira melhor de agradar os muçulmanos terroristas e, quem sabe, atrair seus recursos bilionários ao Brasil?



Se escrituras não valem como base para o pensamento que tenho sobre a questão, filmes então devem valer? É rir pra não chorar.

Filmes a favor dos judeus tem aos montes, contra eles mais ainda.

Eu seria judia se a linhagem de minha mãe o fosse. Mas a família de minha mãe é italiana. Mas a linhagem vem de meu pai, não fundamentalistas e muitos também descendentes de árabes por gerações e gerações. Então não nasci judia. A família dele se converteu ao cristianismo alguns anos depois que ele se casou com minha mãe. Mas tenho no sangue, se assim entendem. Tanto árabes, judeus (da Alemanha, Polônia, Inglaterra) e italianos.

Sinto quando disse que não mudaria de opinião. Isso não é fundamentalismo. Apenas tenho um testemunho das escrituras, e não as vejo apenas sendo de um povo só, mas para toda a raça humana. Já presenciei e sei que Cristo vive e sei também que satanás também vive. Já desfrutei de muitas bênçãos que não, não teriam vindo em minha vida se a mão do Senhor, e também sua Igreja, bem como seu Profeta ou seus Templos não existissem. Sou psicóloga e sou consciente exatamente sobre autosugestão( auto-estima e outras coisas que dependem de MIM) ou fé com obras (coisas que não dependem absolutamente de mim). Sei quando faço algo por uma ou outra situação.

Tenho amigos mulçumanos da ïndia e mesmo árabes que são maravilhosos. Pregam a paz acima de tudo e eles mesmos dizem que se forem seguir sua religião com o mesmo fundamentalismo que lhes é pedido, teriam ódio e desejo de vingança e soberania não somente sobre judeus, mas todos, mas preferem apenas seguir parte do que Gandhi ensinou, que foi como um Cristo pra eles que abrandou o Corão (já que compararam com Cristo que destituiu o dente por dente).

Também me pergunto Peter porque toda essa briga em nome de Deus. Mas, pense bem, a religião na mão de fundamentalistas é deturpada. Ainda mais as palavras de Cristo, simplesmente não existem de nenhum lado. Judeus não acreditam em Cristo e árabes não acreditam nem em Deus.



A diferença é justamente a verdade de cada religião. Algumas tem poucas, outras nenhuma.

A igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias pra mim é a que possui o maior número delas. Posso saber por mim mesma (não apenas por meio de oração e jejum, mas experiências sobre colher o que eu mesmo planto).

Sobre piadas tanto de judeus ou de árabes, bem como qualquer outra que se desfaça de qualquer pessoa ou raça ou seja lá o que for para se ter diversão, estou fora. Não acho graça nem as conto, bem como saio do local se as ouço.

No livro de Gordon B. Hinckley, "Stand a little taller" no dia de hoje existe algo sobre isso a partir da Regra de Fé número 11.

We claim the privilege of worshiping Almighty God according to the dictates of our own conscience, and allow all men the same privilege, let them worship how, where, or what they may.
~Articles of Faith 1:11

We recognize the good that every other church in the world does. We have no quarrel with other churches. We do not argue, we do not debate, or anything of the kind. We simply say to people not of our faith, You bring with you all the truth that you have, and let us see if we can add to it. That is the mission and message of this church.
~Gordon B. Hinckley

Na verdade, apenas me interesso pelo assunto porque gosto de estudar Escatologia e aprendi muito e tomei dores de dezenas de ascendentes que descobri judeus mortos no holocausto ou fora dele fazendo minha genealogia. História de homens, mulheres e crianças, que queriam apenas uma vida digna para sua família. Como eu quando vim para Utah para criar meu filho com melhores oportunidades.

A solução para o conflito seria justamente, na minha opinião, todos estes povos aceitarem o evangelho de Jesus Cristo. Mas estamos longe disso e a guerra só interfere na obra missionária.

Um mundo sem religião total não acredito que seria uma boa, embora goste da música do Lennon, não concordo com tudo o que ele diz.



Até porque acredito que para sermos completos, precisamos estar em equilíbrio com todos os lados de nossa vida, seja ele profissional, pessoal, financeiro, amoroso e principalmente espiritual.

A alma humana é muito mais que simplesmente viver num mundo onde não há lei ou moral ou mesmo métodos para se fazer planos ou ter sonhos. É justamente esta a beleza da vida.

Sim, muitos matam por causa da religião; há ódio e arrogância por toda parte devido a ela; há delírios de que a próxima vida é sempre melhor, então desinteressa-se por esta. Também não precisamos da religião para sentir vergonha, piedade, acanhamento e ira.

Mas o segredo acredito que está justamente aí.

Entender o que é a religião, mesmo a que Cristo ensinou, e viver seus mandamentos, não pelo medo, mas pelo reconhecimento prático que nos leva a felicidade, tranquilidade e paz real de vivermos conforme os 'ditames de nossa consciência' que é o bem maior que possuimos, que nos rege, que nos abre os olhos, que nos mostra o que é correto e o que estamos errados e precisamos mudar, este é o segredo da verdade espiritual que precisamos encontrar na religião.

É como o amor.

Existe uma música de Beto Guedes (era meu vizinho em BH quando eu era criança - desculpem, sou balzaquiana!) que diz:

O medo de amar é o medo de ser
Livre para o que der e vier
Livre para sempre estar onde o justo estiver
O medo de amar é o medo de ter
De a todo momento escolher
Com acerto e precisão a melhor direção
O sol levantou mais cedo e quis
Em nossa casa fechada entrar prá ficar
O medo de amar é não arriscar
Esperando que façam por nós
O que é nosso dever: recusar o poder
O sol levantou mais cedo e cegou

O que eu entendo é que o verdadeiro amor nos eleva, nos faz bem, nos mostra caminhos até então desconhecidos, reais e maravilhosos que podemos reconhecer e vivificar em todas as coisas.

Entendo a religião assim. Esse relacionamento pessoal com o Pai Celestial, com Jesus Cristo tem que ser assim. Fazer-me bem. Livre. É assim que me sinto.



Ter pelo menos um Encontro Pessoal com o Salvador na vida nos leva a sempre querer mais, pois aquele momento é intocável. É como um Grande Amor, quem o sente uma vez, jamais esquece o sentimento e nada o apaga, e sempre o busca.

Talvez amar alguém seja o único ponto de partida para tornar nossa a nossa vida. E entender o intento do Evangelho de Cristo é o mesmo, pois o verdadeiro Amor vai além do que sabemos como humanos, somente Ele pode nos dar.

Tenho um diário de um tio-avô que sobreviveu aos campos de concentração, morrendo em 1979 aos 92 anos numa cama quentinha e escreveu no seu diário:

"Eu estava nu e com frio. Os soldados nos cuspiam e nos batiam na cabeça com ferros. Meus olhos estavam infeccionados e não podia ver. Não conseguia dormir de noite com fome, mesmo depois de comer a ponta dos meus dedos, pois as unhas já não haviam há muito. Os ratos se alimentavam de nossas feridas abertas durante a madrugada e os vigias urinavam em nossa ração. Furaram meu ouvido esquerdo e já não sentia meus genitais e minha língua. Não sabia onde estava minha esposa e meus filhos. Nem se realmente ainda estava vivo ou se aquilo era um grande e terrível pesadelo.
De repente surgiu uma luz. Algum holofote tentando avistar vivos no meio de corpos amontoados. Lembrei da luz do sol entrando pela janela do meu quarto num domingo de manhã. E me lembrei que eles poderiam tirar de mim minha família, minha roupa e minha pele. Poderiam continuar torturando até que a morte viesse e eu seria apenas ossos queimados. Mas uma coisa com certeza não poderiam nunca tirar de mim: Minha dignidade e minha memória de ter amado muito nesta vida e este momento que, apesar de tudo, sinto a verdadeira paz de Deus."

Alemanha quer lei européia contra negação do Holocausto

Mesmo que esta lei não contenha o neo-nazismo (Iran e companhia), pelo menos, o próprio local de residência dos crimes mais hediondos da humanidade (claaaaro que há outros, mas este não pode ser desprezado.) assume e testemunha.

Leiam a notícia completa se quiserem:

http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2318614,00.html



O Judaísmo não é raça, é religião.

Todos os meus antepassados 'judeus' (entenda-se não cristãos) tinham suas nacionalidades israelenses, árabes, poloneses, russos, gregos, enfim, quem chama judeus de raça comete discriminação. Ninguém pode se tornar famoso ou inferior por apenas ser judeu, católico, ter síndrome de down ou ser homossexual, certo?

Agora, alguns podem dizer o contrário. Martin Luther King por exemplo, era ativista político da causa negra nos EUA porque ele era negro. Ou seja, sua biografia teve a cor da pele como determinante.

Discriminação é discriminação. Não podemos caracterizar ou desmerecer ninguém por cor da pele, orientação sexual, partido político, religião ou profissão e estudo. Cristo não ensinou isso.



Eu disse que os judeus não só aceitam e dizem do lugar onde nasceram, como não saem por aí discriminando pessoas por sua religião, pois ser judeu é de cunho religioso, não raça. Agora,
é justamente as pessoas dos lugares onde nasceram que os colocam como povo que não 'merece' estar ali por sua religião. E, a civilização judaica começou em Israel com os grandes patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Por que não estarem no berço de sua civilização e cultura?

Alguns dos judeus se orgulham de serem chamados assim, concordo, mas não deveriam. É como brasileiros viajando ao exterior, por exemplo, adoram usar camisetas da seleção e sandálias Havaianas. Da mesma forma, judeus utilizam a quipá (solidéu) na cabeça. Isso não é uma obrigação religiosa. Não está escrito na Torá que se deve usar a quipá, nem em qualquer outro livro. Nacionalidade é diferente de religião.

Pela cultura judaica, os filhos de mãe judia nascem judeus por cultura e religião, não por local de nascimento, como já respondi em meu outro post.

Se todos os povos do mundo têm um país para chamar de pátria, por que os judeus não podem ter um também?


Se os USA ou qualquer outro país chegasse aqui hoje, mudasse o nome do país e botasse todos os brasileiros pra fora ajeitando a vida deles em outros países, e daqui a umas 10 décadas ou mais, seus bisnetos e tetranetos descobrissem e quisessem reaver a terra, o que seria certo? Eles querem o lugar deles de direito de volta. Por quê não? Isso já está até cansativo, se os árabes possuem 92% das terras do oriente porque os judeus não podem ter Israel que é apenas 8%?

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