October 05, 2010

Israel - 5ª parte ( A História não contada pela mídia)


Deus não faz acepção de pessoas. Nem todos os judeus estão certos, nem todos os árabes e palestinos idem. Mas são humanos e ainda filhos d'Ele. Nós fazemos parte de uma ou outra forma das tribos que surgiram dali, nos primórdios dos tempos. Todos estamos envolvidos.


Se somos cristãos não podemos alimentar o ódio como Martinho Lutero o fez.

“Orai pela paz em Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.” (Sl 122:6). O salmista Davi também expressou seu amor e sua devoção por Israel. No salmo 137, verso 6, ele declara: “Apegue-se-me a língua ao céu da boca, se não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria.”

A mídia convence pessoas a odiarem os judeus porque eles (e sabemos que não foram somente eles) não aceitaram Jesus Cristo. Só podemos amar o Povo de Israel se verdadeiramente entendermos o amor de Deus pelo homem.

Agora, quem na verdade tem direito de possuir a Terra de Israel- os judeus ou os árabes?

"o Senhor fez uma aliança com Abraão dizendo: dei essa terra para os seus descendentes, do rio Egito até ao grande rio Eufrates" (Gn15:18). Mais especificamente, em Gênesis17:8 lemos: toda a terra de Canaã.

Em Levítico 25:23 Deus afirma: "A terra não será vendida perpetuamente, porque a terra é minha, e vós estais comigo como estrangeiros e peregrinos". Deus possui a escritura da terra. Ele escolheu transferir o título de sua terra a Israel.

Os árabes reivindicam o direito sobre a terra de Israel como descendentes de Abraão através da linhagem de Ismael .Em Gn 25:1-6 lemos que os outros filhos de Abraão receberam presentes e foram enviados para as terras do oriente. Deus disse que os abençoaria (Gn17:20) e, hoje existem 21 países Árabes soberanos donos de 99,2% das terras do oriente e apenas um estado judeu com 0,8%. Com base nesta proporção qualquer leigo deveria entender que o conflito árabe-israelense não é na verdade questão de “terra”, mas, sobretudo, um problema de ordem espiritual.



Acredito que o que há de errado é a concorrência para ser o povo escolhido do Senhor.

Recusando-se a encarar as evidências surpreendentes, os céticos descartam insolentemente a simples sugestão de que poderia existir um "povo escolhido". Ateus negam a existência de qualquer Deus para fazer a escolha. Apesar disso, essa afirmação bíblica, mesmo que muito rejeitada, serviu para focalizar a atenção do mundo nos judeus. Em vários casos, ela tem trazido a perseguição por parte daqueles que odeiam os judeus, como se fossem estes os autores da idéia de que Deus tinha alguma afeição especial por eles e um plano especial para eles.

Os muçulmanos, por outro lado, insistem que não foram os descendentes de Isaque, mas os de Ismael que foram escolhidos por Deus. A tribo Quraita, à qual pertencia Maomé, afirmava que sua descendência se estendia até Ismael e, por meio dele, a Abraão. Logo, argumenta-se, a terra de Israel (que os muçulmanos insistem que foi prometida a Ismael) pertence aos árabes. Essa afirmação, porém, não tem fundamento. A Bíblia declara o contrário: que o território de Israel pertence aos descendentes de Isaque. Quanto ao Corão, ele sequer menciona Jerusalém ou qualquer parte do território de Israel - uma omissão que é fatal às afirmações islâmicas nestes últimos tempos.

Deus deixou muito claro em várias ocasiões que não foi "acepção de pessoas" que O levou a escolher Israel. Ele os escolheu apesar de sua falta de mérito e atração, não porque Ele achou que fossem mais atraentes que outros povos. Na verdade, eles eram rebeldes e nada mereciam além de punição. Foi com esse povo indigno que Ele decidiu demonstrar Seu amor, graça, e misericórdia ao mundo, enviando seu Filho como um deles.

Veja:
Deuteronômio 7:7-8
Isaías 30:9-10
Ezequiel 2:3

Parte da punição de Deus sobre Israel no passado foi espalhar seu povo pelas nações. Agora Ele os está trazendo de volta para sua terra em números sem precedentes, não porque eles o mereçam, mas por causa da promessa de Deus a Abraão, Isaque, e Jacó.



Por que essas promessas seria cumprida neste período de tempo que chamamos de "os últimos dias"? A Segunda Vinda não poderia acontecer sem que Israel se tornasse uma nação novamente em sua própria terra - pois será a Israel que Cristo retornará, para salvar Israel de seus inimigos que estarão tentando exterminá-lo.

Creio que o Senhor não viola Suas promessas. Se Ele deixasse de manter Sua Palavra, fosse de trazer bênção ou julgamento, Seu caráter seria manchado e Seu santo nome desonrado. Como Ele disse freqüentemente por meio de Seus profetas a respeito de Sua intenção de trazer Israel de volta à sua terra nos últimos dias: "Não é por amor de vós que eu faço isto, ó casa de Israel, mas pelo meu santo nome" (Ezequiel 36.22). "Tu és o meu servo, és Israel por quem hei de ser glorificado" (Isaías 49.3).

Exterminar os judeus é dever de todo muçulmano religioso. Os muçulmanos sonham em destruir Israel. Os assassinos de inocentes cidadãos israelenses são exaltados em todo o mundo árabe e seus nomes são dados a feriados e ruas. Também são feitas comemorações em homenagem a terroristas. Os líderes islâmicos têm invocado um reavivamento espiritual como chave para a destruição de Israel.

Todos os estudiosos islâmicos concordam que é dever sagrado de todo muçulmano, em qualquer idade, promover a jihad (guerra santa) sempre que possível, a fim de submeter o mundo inteiro ao islamismo. Há mais de 100 versos no Corão que falam em lutar e matar em nome da jihad. Um ministro do Gabinete líbio declarou: "A violência é a mais positiva forma de oração dos muçulmanos".

O desejo islâmico de exterminar Israel é ensinado desde a infância. Um ministro da Educação da Síria escreveu: "o ódio que inculcamos nas mentes das nossas crianças desde o berço é sagrado". Um livro de ensino médio do Egito atesta: "Israel não sobreviverá se os árabes se mantiverem firmes no seu ódio". E um livro de quinta série declara: "os árabes não param de agir em direção ao extermínio de Israel".

Lamentável cristãos que pensem o mesmo.



Se Israel não existisse, os judeus e os árabes continuariam existindo da mesma forma, a não ser que Cristo criasse outro mundo!

"(...) Que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?" (Mt 2.1-2). Tem cristão que não pensa nisso, mas se pensa diz, 'Cristo? Reid dos judeus? Daquele povo briguento?'

Quer dizer, Jerusalém foi fundada pelo rei Davi há 3000 anos atrás. A Bíblia se refere a Jerusalém como "cidade de Davi" por mais de 40 vezes. Lá Deus estabeleceu o trono de Davi para sempre, e desse trono o Messias, o Rei dos judeus, descendente de Davi, deve reinar sobre Israel e sobre o mundo (2 Cr 6.6; 33.7; 2 Sm 7.16; Sl 89.3,4,20,21,29-36, etc.). Na Bíblia, Jerusalém é citada mais de 800 vezes e é peça central nos planos de Deus. Lá Ele colocou Seu nome para sempre.

Satanás tem inspirado 3000 anos de anti-semitismo sabendo que somente o Messias, descendente de Abraão, Isaque e Jacó, pode derrotá-lo. Destruindo todos os judeus, ele teria evitado o nascimento do Messias. Satanás perdeu esse "round". Mas se todos os judeus fossem destruídos hoje e Israel varrida do mapa, Deus não poderia cumprir Suas promessas de que Cristo reinará como Rei dos judeus, no trono de Davi, em Sua Segunda Vinda. Deus seria, então, um mentiroso e Satanás, o vencedor. A integridade e os propósitos eternos de Deus estão ligados à sobrevivência de Israel!

É isto justamente que estou tentando demonstrar. Essa é uma guerra do Grande Conselho, não somente de povos.

Defendo somente a real existência de Deus, Cristo e todo um Plano de Salvação que culmina na existência de Israel para que a Segunda Vinda aconteça. E breve.



Sim, 0.8% engloba TODAS as terras já anexadas por Israel. SÓ ISSO. Dados atuais.





Concordo que todos tem direito a terra, por isto ela foi feita livre, pode-se adorar a fé que quiser ali.

Cristo advertiu a respeito dessa incrível destruição e que ninguém seria salvo na terra se Ele não interviesse para fazê-la cessar (Mt 24.21-22). Essa impressionante profecia anunciava as modernas armas de hoje. Não é de se admirar que Deus, na Bíblia, que por doze vezes chama a si mesmo de "o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó", prometa repetidamente proteger Israel e Jerusalém nos últimos dias!

Tendo feito Israel renascer em 1948, Deus completará o Seu propósito. Ele declara: "Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Acaso, eu que faço nascer... diz o Senhor... fecharei a madre?" (Is 66.8-9).

Agora, Hitler e seus comparsas usaram de inteligência para inventar e administrar a chamada "solução final" contra os judeus , porém, antes de ser este um fato criminoso era uma exigência interna de seu próprio psiquismo (e ele sim o usava e o fazia dizendo sempre "em nome de Deus!"). Na parafrenia vigora a compulsão de observar e atuar o ser do outro como alimentador de seu delírio interno. O parafrênico "faz acting out em nome de..." e jamais assume seu ato criminoso, pondo a responsabilidade em alguém que para ele encarna o "mal". Para sua "lógica", as vítimas são os únicos responsáveis.

Não podemos generalizar, aqui, como já foi falado, existem bons e maus judeus assim como bons e maus palestinos. Concordo e é curioso observar que ontem os judeus se agarravam ao sacrifício do holocausto como modo de explicação da tragédia em que eram vítimas, mas hoje a ultra direita israelense, no poder, parece resgatar dos nazistas essa terrível idéia da "solução final" contra os palestinos. "Quem lutou muito contra dragão, também vira dragão", diz um antigo provérbio chinês.

Podem habitar ali judeus e palestinos, mas por que o Irã, com o islamismo quer exterminá-los?



Os obcecados pela "solução final" dos judeus, no Julgamento de Nuremberg, não se consideravam culpados ou com remorsos pelo extermínio coletivo.

Originariamente o holocausto era o "sacrifício em que a vítima era queimada inteira". Entre os hebreus, o holocausto era também o sacrifício em que se queimavam inteiramente as vítimas, tendo assim um sentido de imolação ou expiação.

No período nazista, entre 1935 e 1945, os judeus se viram diante de um novo holocausto, sendo obrigados a perda da cidadania, a trabalhos forçados, a serem fuzilados em massa, serem transportados pela força para os campos de concentração onde terminavam sendo exterminados coletivamente em câmaras de gás. Durante esse holocausto, cerca de 6 milhões de judeus pereceram. É só pesquisar.

Goering, considerado o segundo homem depois de Hitler, tentou se defender segundo o princípio de sua lealdade e fidelidade para com o Führer; "cumprira ordens" e "nenhuma vez ele se considerou um criminoso". Eis a "razão cínica": a culpa pelo genocídio era dos próprios judeus gananciosos por dinheiro, não de seus carrascos nazistas.

Os israelenses da "era Sharon" também não se responsabilizam pelos atos criminosos de Israel contra os palestinos generalizados como terroristas.

Quer dizer então que se apenas defendemos as profecias, reveladas pelos profetas do Senhor, somos baixos e demoníacos? Ou seria Isaías ou o próprio Cristo baixos e demoníacos? Não entendi.



Tudo isso é uma história dos povos bíblicos, sinto muito.

Deus fez uma aliança com Israel , mas foi Israel que não cumpriu sua parte "indo após outros deuses".

Muitas passagens falam da traição de Israel, mas o capitulo 1 de Isaias é suficiente para entendermos (quem tiver a paciência e ousadia de ler). O versiculo 3 diz: "Israel não tem conhecimento , o meu povo não entende.", ou seja, o povo de Cristo, judeus, Ele era judeu, Ele era descendente de Davi da tribo de Judá.

A prova é que os judeus ainda estão esperando a primeira vinda do Messias , pois não aceitaram Cristo como aquele que deveria vir para salvà-los do peso da lei ( exceção feita aos judeus que se convertem ao cristianismo).

Quando os filhos legitimos foram rebeldes ao Pai este adotou filhos de todas as nações e foi assim que todos nós "fomos enxertados na oliveira" ( para entender melhor ler Romanos 11).

Se rejeitaram Deus não é de admirar que ainda hoje estejam em guerra. De todas as formas não deixam de ser povo escolhido de Deus pelo que nós, os adotivos não devemos nos orgulhar, mas devemos conhecer os propósitos de Deus que ao seu proprio povo não poupou, pois é Justo e não pode negar-se a si mesmo!

Salmo 122,6 : "Orai pela paz em Jerusalem."

O que estou tentando dizer é que o Islan não quer judeus vivos. eles não defendem palestinos, eles querem exterminar os judeus também.

Agora, 'povo escolhido' os homens escreveram. Acaso se temos um filho ou filha perdido na vida, completamente no mundo das drogas, desonestidade e decadência o (a) abandonamos? Não, damos é mais atenção e preocupação.

Afinal, são filhos e merecem fazer parte do plano também, sendo teimosos ou não.

Baixos e demoníacos? Não sei, isso é de cada um.



Eu não defendo somente judeus ou Israel ou a paz entre eles e árabes. Estou pensando nas profecias, no milênio, na Segunda Vinda, em tudo que foi dito e relatado no Velho Testamento, por descendentes da tribo de Judá, por Isaías, e por palavras que o próprio Cristo disse.

Então, a solução seria desprezarmos todas as escrituras, profetas e mesmo a Igreja em favor da razão (que não se mostra tão justa às vezes com lado nenhum) e da política dos homens e da razão humana?

Agora, verdades e mentiras sobre a história, e as diferenças do que está escrito e realidade existe.

Podemos ver os dois lados:

http://www.deolhonamidia.org.br/Principal/Comeco.asp

http://www.theatlantic.com/doc/200306/fallows

Esse vídeo é interessante:

http://www.youtube.com/watch?v=I0yoR8R4T1w

Frases que tirei daí:

"Jihad é nosso caminho."
"Nós queremos derramar sangue dinamarquês."
"Europeus, tirem lições do 11/9."
"Europeus, preparem-se para o verdadeiro Holocausto!"
"Europeus, tirem lições de Van Gough." (cineasta assassinado por um muçulmano).

Muitas pessoas ingênuas e bem intencionadas ficam paralisadas pelo medo do crime e violência. Isso leva ao imobilismo, e essas pessoas acabam defendendo medidas que apenas fortalecem os criminosos. O medo do confronto gera a inação, possibilitando a proliferação da escória humana. A visão limitada do falso conforto de curto prazo garante o agravamento da situação no longo prazo. Seria o caso dos que temem, por exemplo, uma ação mais dura contra o crime organizado, como a invasão de favelas pela polícia, achando melhor "deixar quieto" o bicho, não cutucar a onça com vara curta. Com tal mentalidade, os bandidos podem criar suas verdadeiras fortalezas, afinal, a paz existirá para eles com o afastamento do aparato policial. O preço do medo de hoje é o sangue das vítimas de amanhã.



Gandhi dizia que olho por olho, e o mundo acabaria cego. Ele não quis ver o óbvio, que olho por nada e uma parte da humanidade acabaria cega, a parte romântica, inocente e acovardada, vítima da outra parte formada pela barbárie. Quem poupa o lobo, mata a ovelha. O princípio de tolerar os intolerantes pode levar à destruição dos homens bons e da própria atitude de tolerância, como bem nos lembrou Karl Popper. Para quem não costuma se satisfazer com falso conforto, preferindo confrontar a realidade, fica evidente que a violência tem que ser combatida com a punição, somente possível através da ameaça ou uso da própria violência. Hamurabi, no império da Babilônia, pode ter exagerado ao levar tal conclusão ao pé da letra, mas com certeza estava mais próximo da verdade sobre métodos eficazes de combate à violência que muitos sonhadores do mundo atual, que aplaudem medidas estúpidas como o Estatuto do Desarmamento.

O movimento dos "pacifistas" não vem de hoje, e também não é novidade que existem muitos interesses obscuros por trás de sua nobre aparência. Os oportunistas inescrupulosos exploram o medo dos inocentes. O maior símbolo da paz, a pomba branca, foi criada por Picasso e oferecida como presente a Stalin, o carniceiro que matou milhões na antiga União Soviética. Enquanto este impunha o terror em seu quintal, bancava movimentos supostamente pacifistas mundo afora para enfraquecer seus inimigos e disfarçar suas atrocidades caseiras. E o pintor foi retribuído com o Prêmio Lênin da Paz, ignorando a contradição de usar na mesma expressão duas coisas tão contraditórias como paz e Lênin, outro carniceiro dos grandes. Os comunistas franceses, sob o manto pacifista, pressionaram os trabalhadores das fábricas de armamento a abandonarem seus postos, semanas antes da invasão nazista a Paris. Pelo mundo todo, os comunistas sempre foram os mais ativos participantes dos movimentos pela paz, enquanto seu regime trucidava milhões na prática. A máquina assassina era também a máquina da propaganda pacifista!



Para não sermos dominados pela barbárie, precisamos lutar. E quanto maior a incerteza de quem será o vencedor, mais longa pode ser a luta. Um inimigo que tenha como certa a sua derrota costuma ser menos agressivo. A ameaça do poder bélico, possível apenas com a superioridade evidente de força de um dos lados, é possivelmente a melhor arma contra a violência, já que esta não precisa nem ser usada. Foi o caso da "guerra nas estrelas", de Ronald Reagan, que acelerou a corrida armamentista durante a Guerra Fria. Muitos ficaram apavorados, acusando Reagan de irresponsável, e prevendo que seus métodos levariam ao armagedon. No final do dia, o "belicoso" presidente conseguiu o contrário, derrubar o comunismo sem derrubada de sangue. O urso era de papel, e impossibilitado de competir nos investimentos militares, viu-se forçado a ceder.

Hoje não temos uma bipolaridade tão clara quanto nos tempos da Guerra Fria. O inimigo é mais indefinido, está espalhado pelo mundo. Combater o terrorismo é tarefa complexa. O primeiro passo parece ser o reconhecimento de que o mundo civilizado, o Ocidente, está em guerra contra o terror. Não acredito isso ser apenas uma guerra de posses. Claro que Israel e Palestinos poderiam viver ali juntos (como já vivem, sendoq ue árabes tem mesmos direitos e oportunidades). O segundo passo poderia ser a lembrança do aforismo antigo, de que com terroristas não se negocia. Isso elimina de cara o apelo tolo pela diplomacia como arma no combate ao terror. Suas demandas não são racionais, e seu objetivo é a destruição da civilização ocidental, da democracia e do capitalismo. O Islan não quer Israel. 11 de setembro veio do Islan. A guerra no Iraque se iniciou por isso. E depender da inoperante e corrupta ONU chega a ser assustador.

"The person who has nothing for which he is willing to fight, nothing which is more important than his own personal safety, is a miserable creature and has no chance of being free unless made and kept so by the exertions of better man than himself."
John Stuart



Não esqueçamos que Orson Hyde, um apóstolo em 1841 já havia dedicado Jerusalém a reunir novamente os judeus.

http://www.lightplanet.com/mormons/daily/history/middle_east.html



O que me diz quando, há uns 6 anos atrás, quando Yasser Arafat (o líder do povo "sofrido e rejeitado") começou a mandar crianças palestinas com o corpo cheio de explosivos atravessarem a fronteira da Cisjordânia para se suicidar em Israel, matanto o máximo possível de velhos e mulheres e crianças judias (e depois dizia com falsidade à imprensa que era contra esta prática)?

Tenho três tios árabes que moram em Israel e dizem que detestam que as pessoas os chamem de Turcos, pois os Sírios odiavam os turcos, devido à opressão e a exploração dos Turcos otomanos sobre os Sírios(que são Árabes na maioria). Olhando para o passado, quem até hoje teve mais respeito pelos Palestinos foram os Judeus. Todos os outros povos os trataram de modo muito pior. É somente em Israel que os árabes têm liberdade de expressão, de exercer sua fé e viver uma vida muito melhor do que eu qualquer de seus países.

E palestinos são descendentes de outros povos além dos Árabes, como Filisteus, Moabitas, Amonitas, Samaritanos.

Não acredito que exista nada de errado. Israel está sendo preservado porque o Senhor tem um propósito com isso. Os judeus não fazem a sua vontade, não admitem a Expiação, agem muitas vezes apenas como muitos de nós aqui (nada diferentes) que rejeitamos nossas crenças e convênios em troca de nosso próprio bel prazer. Mas o Senhor tem seu propósito, e este é a Segunda Vinda de Cristo no Monte das Oliveiras, numa terra chamada Jerusalém, em Israel, com seu povo de nascimento na terra, os Judeus, reunidos novamente ali.

Seu reinado sobre a casa de Israel será a partir de Jerusalém (Isaías 2.1-4), e do mesmo local reinará como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores sobre toda a terra (Salmos 72.8-11, 17-19)... O Milênio será a hora da restauração final de Israel. No começo do reino milenar Israel terá seu ajuntamento final e permanente (Ezequiel 39.25-29; Amós 9.15). O reinado de Cristo sobre Israel será glorioso e um cumprimento completo e literal de tudo que Deus prometeu a Davi (Jeremias 23.5-8).



Membros ativos e firmes na Igreja reconhecem nas profecias a verdadeira vontade de Deus para Israel, não a própria vontade ou opiniões pessoais ou simplesmente palpites sem levar em consideração a ascendência de pessoas que têm documentos e vivem a realidade que apenas comentamos aqui. Isto é desprezar séculos de história, escrituras e profecias sobre judeus e palestinos, segunda vinda e de longe aplicar o amor de Cristo.

Poderiam desarmar-se e lerem, buscando o conhecimento do verdadeiro Cristo que seguimos.

A guerra (espero que leiam agora pelo menos neste post) não é contra árabes, palestinos ou seja lá quem for, é contra o TERRORISMO. Há certos e errados em tudo isso, mas o que achamos está fora de questão.

http://www.jefflindsay.com/iraqi.shtml

Afinal, se até no céu houve guerra e Satanás (e um terço de todos que ali estavam - muita gente) foi EXPULSO de suas terras de nascimento devido ao terrorismo que faziam, com o SENHOR e JESUS CRISTO presentes, não entendo tanto desentendimento sobre a guerra contra o terrorismo e profecias, afinal elas são e foram feitas pelo próprio Cristo.

http://www.jefflindsay.com/entropy.html



Muitas pessoas cometem o erro de dizer que o mandamento da Bíblia, “Não matarás”, aplica-se à guerra. No entanto, a Bíblia na verdade diz que não devemos assassinar. A palavra hebraica correspondente significa literalmente “o assassinato intencional, premeditado de outra pessoa com malícia”.

Como me explicam isso:

Apocalipse 19:11-21 diz:

“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.

Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.

Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.

Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; ele mesmo as regerá com cetro de ferro e , pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.

Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.

Então, vi um anjo posto em pé no sol, e clamou com grande voz, falando a todas as aves que voam pelo meio do céu: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus, para que comais carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e seus cavaleiros, carnes de todos, quer livres, quer escravos, tanto pequenos como grandes.

E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o seu exército.

Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais e feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem.

Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre.

Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo.

E todas as aves se fartaram das suas carnes.



Acho que é um erro dizer que Cristo nunca apóia uma guerra. Jesus não veio para acabar com as guerras. Em um mundo de pessoas más, às vezes a guerra é necessária para evitar um mal ainda maior. Se Hitler não tivesse sido derrotado na Segunda Guerra Mundial, quantos milhões de judeus a mais ele teria matado? Se a Guerra Civil Americana não tivesse ocorrido, por quanto tempo mais os afro-americanos teriam que sofrer como escravos? Devemos sempre nos lembrar de basear nossas crenças nas escrituras, não nas emoções (2 Timóteo 3:16-17).

Em relação às diferenças aqui ditas de Jeová no VT e Cristo no NT, entendo diferente.

Por exemplo, através de todo o Velho Testamento, declara-se que Jeová é “misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade” (Êxodo 34:6; Números 14:18; Deuteronômio 4:31; Neemias 9:17; Salmos 86:5; Salmos 86:15; Salmos 108:4; Salmos 145:8; Joel 2:13).

No Novo Testamento, a bondade, amor e misericórdia se manifestam de maneira ainda mais abundante pelo fato de que “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Ao longo do Velho Testamento, também observamos que Jeová lida com Israel de um jeito bem parecido com o que um pai amoroso lida com um filho. Quando eles, deliberadamente pecaram contra Ele e começaram a adorar ídolos, Deus os disciplinou, mas mesmo assim os livrava cada uma das vezes, quando se arrependiam de sua idolatria.

É desta forma que vemos Cristo lidando com os cristãos no Novo Testamento. Por exemplo, Hebreus 12:6 nos diz que “Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.”

E em Romanos: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça” (Romanos 1:18).



Todas as vezes que estudei as escrituras, tanto a Bíblia quanto o Livro de Mórmon, para mim é evidente que Deus não é diferente num Livro ou no outro.

Apesar de ser a Bíblia um livro composto de sessenta e seis livros individuais, escritos em dois (ou possivelmente três) continentes, em três línguas diferentes, através de um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (vindos de diferentes atividades e ofícios), continua a Bíblia, mesmo assim, um livro consistente em sua unidade, do começo ao fim, sem contradições. Bem como o LM. Nisto concordo pois sempre vemos quão amoroso, misericordioso e justo é Cristo ao lidar com os homens pecadores, em todos os tipos de situação.

Verdadeiramente, acredito que as escrituras são como uma carta de amor de Cristo para a humanidade. Seu amor por sua criação, especialmente pela humanidade, é evidente por todas as Escrituras.

Por toda a Bíblia e LM podemos ver Deus chamando a todos, com amor e misericórdia, para terem com Ele um relacionamento especial, não porque mereçam, mas porque Ele é um Deus de graça e misericórdia, tardio em irar-se e cheio de amor, bondade e verdade.

Mas mesmo assim, vemos um Deus justo e santo, que é juiz de todos aqueles que desobedecem a Sua palavra e se recusam a adorá-lo, e ao invés disso, se voltam para a adoração de deuses feitos por suas próprias mãos, adorando ídolos e outros deuses ao invés de adorar o único Deus Verdadeiro (Romanos 1).

Advogados podem me dizer o que seria do mundo sem justiça, sem julgamento?

Por causa do caráter justo e santo de Deus, todos os pecados, presente, passado e futuro, devem ser julgados. Ele providenciou um pagamento pelo pecado e um caminho de reconciliação para que o homem pecador possa escapar de Seu julgamento através da Expiação.

Não é justo que quem O obedeça e cumpra Seus mandamentos e convênios seja colocado no mesmo patamar de quem não o faz.

Daí o Plano de Salvação, os Reinos de Glória, o propósito da Segunda Vinda e de nossas obrigações aqui.



No Velho Testamento, Jeová providenciou um sistema de sacrifício pelo qual se fizesse expiação pelo pecado, mas este sistema era apenas temporário e meramente enquanto se aguardava a vinda de Jesus Cristo, que morreria na cruz para fazer a expiação substituta e definitiva pelo pecado.

O Salvador que fora prometido no Velho Testamento é revelado de maneira mais completa no Novo Testamento, e a máxima expressão do amor de Deus, que foi enviar Seu filho Jesus Cristo, é revelada em toda a sua glória. Tanto o Velho quanto o Novo Testamento foram dados para fazer o homem “sábio para a salvação” (II Timóteo 3:15). Quando os estudamos mais de perto, o Velho e o Novo Testamento, torna-se mais evidente que Ele não é diferente entre um e outro.

Se todos, maus e bons, terroristas e santos dos últimos dias receberem o mesmo julgamento, então porque Cristo haveria de morrer de forma tão cruel?

Separar trigo do joio, seja por arrependimento sincero ou cortado com a foice por Ele em sua segunda vinda, faz parte do Seu plano. E sua primeira vinda não pode ter sido em vão.

Seja para judeus, palestinos, terroristas ou nós mesmos.

"Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores."
Romanos 5:8

Sim, Cristo é amor.

"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha...” (I Coríntios 13:4-8)



Como eu já disse mais de uma vez, é importante entender que nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Enquanto a maioria dos árabes é muçulmana, há muitos árabes não-muçulmanos. Além disso, há significantemente mais muçulmanos não-árabes (em áreas como a Indonésia e a Malásia) do que muçulmanos árabes. Segundo, é importante lembrar que nem todos os árabes odeiam os judeus, que nem todos os muçulmanos odeiam os judeus, e que nem todos os judeus odeiam os árabes e os muçulmanos.

Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).

Cristo os ama? Claro!

Se você olhar num mapa, Israel tem uma pequena faixa de terra e está cercado por nações árabes muito maiores, como a Jordânia, a Síria, a Arábia Saudita, o Iraque e o Egito.

Agora, de acordo com as profecias, ou seja, biblicamente falando, Israel tem o direito de existir como uma nação em sua própria terra – Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jacó, neto de Abraão (por quê não?). Ao mesmo tempo, acredito que tanto Israelenses ou Árabes e Muçulmanos deveriam buscar a paz e mostrar respeito pelos seus vizinhos.

Salmos 122:6 declara, “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam”.



Quem está certo, ELE julgará.

Não o presidente do Irã.

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