November 29, 2013

Poligamia


Um tema delicadissimo de ser tratado. A maioria das mulheres não pode nem ouvir falar disso. Alguns homens concordam com a poligamia, mas não pelo motivo correto.

Tirando tudo o que ouvimos a respeito, para um bom entendimento, é necessario que consideremos a Poligamia aceita por nós, principalmente mulheres, quando ordenada por Deus.


Um autor muito citado sobre o assunto eh Kimball Young. Ele era neto de Brigham Young, sociólogo famoso com doutorado em Psicologia. Estudou e se formou na BYU. Aqui um pouco sobre ele:

http://www2.asanet.org/governance/YoungK.html

Em seu livro Isn't One Wife Enough, ele fala dos dois lados, como um bom psicólogo social, como gostava de se entitular, das vantagens e desvantagens dos dois lados. Não acusa somente um lado como alguns avessos à Igreja escolhem. Bem, seu pai era filho de uma das várias esposas de Brigham, e ele provavelmente era conhecedor do que escreveu.

Mas mulher é um bixo complicado. Sabemos que algumas das esposas de Brigham se degladiavam enquanto outras faziam fila para casar com ele e ser uma de suas várias esposas. Vai entender.

Da mesma forma os homens faziam isso e muito mais em relação às mulheres celtas. Alguns se degladiavam para ser um entre as centenas de maridos que elas tinham.

Brigham Young também nunca obrigou ninguém a ficar com ele. Ele disse 12 vezes em Journal of Discourses que se a mulher quisesse ser livre e sair da condição de esposa plural, ele a liberaria na mesma hora. O que aconteceu ali é o mesmo que aconteceu com Salomão. Elas aceitavam, vinham meiguinhas, depois que estavam lá dentro, faziam suas panelinhas, escolhiam suas preferidas e começava o quebra pau. Algumas ficavam reclamando, até que ele fez a declaração que fez no Volume 4:

"Let every man thus treat his wives, keeping raiment enough to clothe his body; and say to your wives, "Take all that I have and be set at liberty; but if you stay with me you shall comply with the law of God, and that too without any murmuring and whining. You must fulfil the law of God in every respect, and round up your shoulders to walk up to the mark without any grunting."

Now recollect that two weeks from to-morrow I am going to set you at liberty. But the first wife will say, "It is hard, for I have lived with my husband twenty years, or thirty, and have raised a family of children for him, and it is a great trial to me for him to have more women;" then I say it is time that you gave him up to other women who will bear children. If my wife had borne me all the children that she ever would bare, the celestial law would teach me to take young women that would have children."

Algumas mulheres hoje em dia acham que a Igreja deveria 'parar de tapar o sol com a peneira' e dizer que foi um erro ter havido poligamia no inicio, que aquelas mulheres sofriam tanto e acabavam sozinhas.

Eu discordo prontamente. Se for assim então Deus teria de pedir perdão pelo mesmo que ordenou a Adão, a Abraão, a Jacó? Como existiríamos?

Sozinhas ficam as esposas traidas por maridos que tem amantes e elas não sabem, ou as amantes que os homens iludem e depois que usam, dão no pé.

BY nunca mandou ir as mais velhas, sempre cuidou delas, e todas as que ficaram, foram muito bem cuidadas. As que queriam ter filhos os tinham. Está escrito para quem quiser ler, eu coloquei o link acima.

E havia mesmo uma fila de mulheres aguardando para serem suas esposas. Algumas esperaram mais de 10 anos pacientemente.
 
O que uma mulher prefere: ter em sua casa outra mulher dividindo a cama com seu marido, ou levar uma galhada às escondidas e nunca ficar sabendo? Algumas podem dizer que nem um, nem outro, mas todas correm o risco de seus maridos terem amantes. 
 
Uma mulher prefere a liberdade de escolher.
 
Eu também preferiria o direito de escolha. E se a poligamia for ordenada por Deus como foi ordenada aos profetas, é como vejo a possibilidade de aceitá-la, nada mais ou menos que isso. E, se for de Deus, será como era, dando o direito de escolha às mulheres principalmente. Se nao gostarem, elas têm a opção de pular fora.

O Senhor conhece o coração de seus filhos. E filhas. E Ele não fará nada, repito: NADA, que não for bom para nós.

Isso é mais um problema de testemunho que de orgulho próprio. Se acreditamos em revelação divina, se acreditamos que Joseph Smith foi um profeta de Deus, assim como Brigham Young, John Taylor, e todos os outros até Thomas Monson hoje, aceitaremos os preceitos e os mandamentos de Deus.
 
E se viermos a ter poligamia novamente, será assim. Hoje, um homem pode se selar com quantas mulheres quiser no Templo. As mulheres que se selam a ele independente da ordem SABEM disso. E isto não importa! Como eu disse, o Senhor conhece o coração de seus filhos e Ele saberá, juntamente com seus filhos e filhas, aqueles que aceitarão isso ou não, e, assim como era antes, ou seja, nem todos eram polígamos no inicio da Igreja, é como será um dia.

O importante é o que faremos de nossa vida aqui. Nao temos a poligamia hoje. A Igreja não prega a poligamia hoje.

Alguns dizem que a Poligamia não acabou devido ao que acontece no templo, sendo que os homens podem se selar a mais de uma mulher. MAS, lembremos, isso só é permitido com uma esposa de cada vez. Não todas ao mesmo tempo o que consiste poligamia. Cada um tem como desfrutar do seu tempo com o seu companheiro hoje justamente para entender a forma que será um dia. O que poderá viver ou não.

Será que podemos julgar se é algo realmente vindo de Deus ou erro da Igreja o fato de nós, pessoalmente, não aceitarmos essa condição devido a convicções pessoais?

Creio que não estamos no patamar da perfeição para julgar os motivos Divinos, de profetas, de uma Igreja e exigir algo deles. Podemos questionar. Todos podem e devem, pois assim vêm o entendimento. Mas será que em nossos sentimentos egoístas, ciumentos como seres humanos, entendemos completamente os motivos divinos?

O caráter de Deus vai muito além das fraquezas e inseguranças humanas.

As fraquezas e inseguranças humanas são o que não nos deixam entender (principalmente nos mulheres) o caráter de Deus, que, se Ele ordenou a poligamia em alguns tempos, foi com outros propósitos que nosso entendimento não aceitaria em nossa limitada capacidade de pensar.

Mas, como devemos buscar a perfeição, e entre as características principais que devemos ter está a paciência divina, buscar o entendimento sobre esse assunto é um grande passo.

As escrituras dizem que Davi e Salomão desfrutaram " de altos favores do céu e receberam sorrisos divinos" enquanto viviam a poligamia que Ele havia ordenado.

Foi vivendo em poligamia ainda como profeta que Davi escreveu os Salmos. Entao eles não são inspirados?

Outros ainda dizem que poligamia não existe no Novo Testamento. Então onde é que Cristo a abominou? E quando Ele contou a parábola das Dez Virgens? Não vale usar a mesma somente para o tema 'preparação de emergência', rsrs.

Onde está escrito no NT que a poligamia era proibida?

O tipo de vida que eu acredito que Deus deseja para todos nos é uma vida feliz e eterna, este é o Seu propósito. Alguns conseguem Sua perfeição e entendimento, e eu luto para que eu tenha a companhia do Espirito para que eu também os tenha. Daí, o que Ele decidir será a minha felicidade. Ele me conhece muito mais que eu mesma. Sabe de meu potencial divino e sabe que posso mais, mesmo quando acho que nao posso.

Eu entendo que na sociedade cultural em que vivemos, é dificil aceitar algo que não seja de nosso costume, quando o mundo que vivemos hoje nos cobra a todo instante para "mantermos os nossos homens". A grande maioria das mulheres que conheço não aceitam e outras não falam sobre o assunto.

Algumas entendem, desde que não vivam a situação, mas justamente por entenderem o propósito de Deus com isso (que nao é para infelicidade de suas filhas, muito pelo contrário), não sofrem nem se oporão quando esta lei voltar.

Se procurarmos provas, escrituras, leis divinas, vamos encontrar. A favor.

Se do modo que foi feito não foi com o verdadeiro propósito e da forma que Deus ordenou, os responsáveis responderão por seus atos, sem sombra de dúvida.

Mas uma coisa é certa: Quem chegar a viver no Reino Celestial, nao terá estes sentimentos de que NÃO foi Deus quem colocou no mundo, como ciúmes, possessividade, inseguraça etc.

Por mais que amemos nossos cônjuges, nosso amor a Deus precisa ser maior, acima de todas as coisas. Se Ele disser que terá que ser assim, não vejo problema. O homem também terá que ser muito bom para fazer cada mulher se sentir amada e especial, mas como a mulher vê a si mesma influi e muito.

Alguns não conseguem nem tendo somente uma esposa, por isso mesmo que estas esposas não gostam da ideia, mal têm seu marido para si mesmas, e ainda pensam que terão que dividir...
 
Se Deus tivesse os pensamentos de alguns hoje teria matado Abraão, Jacó, Eleazar, Davi, Salomão e tantos patriarcas, profetas e reis que na verdade foram abençoados por Ele com a poligamia para o cumprimento de Seus propósitos.

O próprio Deus ilustra no livro de Jeremias que tinha duas esposas – Judá e Israel. Chegando a chamá-las de "jumentas no cio, camela nova e prostitutas" por adorarem deuses pagãos e não ao único Senhor Todo-Poderoso. Foi justamente por esse erro que muitos caíram, por se afastarem da observância dos Dez Mandamentos, não por causa da poligamia.

Não é uma questão de desequilibrar os direitos entre homens e mulheres, mas sim permitir que os cônjuges tenham liberdade para escolher o que acharem melhor.

Entretanto, nos países hoje, esbarramos na falta de uma lei que autorize a poligamia. E, nós sabemos que as regras sociais são frutos de princípios éticos de um determinado período de uma sociedade. Muda-se a geração, então muda-se a mentalidade e as leis. Lógica, "Se" mudarmos as premissas "então" mudaremos a sentença.

Nao adianta dizer que a não poligamia é o modelo criado lá no jardim do Éden – e sim um homem e uma mulher, até porque a tradução das escrituras bíblicas que temos hoje é incompleta. Também, vale lembrar que, no princípio, as folhas não cairiam e os animais não seriam predadores, não existia hierarquia entre os cônjuges ou os seres humanos não comessem carne etc. A cada situação uma diferente solução. Enfim, quem no planeta poderá dizer que se Adão e Eva não tivessem comido do fruto os homens futuros não teriam mais de uma esposa?

Nas cartas do Apóstolo Paulo, observamos apenas conselhos de que a igreja na escolha de seus dirigentes levem-se em consideração os monogâmicos (não os solteiros), até porque, estes dirigentes devem ter mais tempo disponíveis para cuidar dos interesses de Deus. O simples fato de Paulo citar a poligamia já nos é suficiente para compreendermos que este estilo de família era aceito normalmente entre os judeus e os seguidores da Seita do Nazareno (como descrita em Atos 24:5 e 14). Em outra parte, o Apóstolo Paulo fala da necessidade do casamento para os cristãos no intuito de evitar a fornicação e o abrasamento, nada tem a ver com monogamia ou poligamia – basta verificar o contexto. (I Timóteo 3:2, Tito 1:6)

É o que eu disse lá atrás, se quiser escrituras pra provar, a maioria que temos é a favor, e não existe nenhuma contrária.

Para cargos de liderança da Igreja na época do período apostólico não eram aceitos homens com mais de uma esposa devido ao fato de precisarem de tempo necessário para se dedicar à Igreja. Aliás, as únicas escrituras que proibem a Poligamia no NT se direcionam para os dirigentes de igrejas NAQUELA época, pois em outras, o próprio Jeová permitiu os profetas a tal.

No Antigo Testamento há uma observação na Lei de que os Reis de Israel não poderiam ter "muitas" mulheres, ou seja, Salomão pecou por ter muitas. Já o seu pai - o Rei Davi não pecou, pois teve poucas mulheres. O problema com ele foi que, abandonando o seu “aprisco”, cobiçou, adulterou e matou – cometendo assim três pecados contra a lei de Deus – Êxodo 20.

É notório que a bíblia não proíba a poligamia, mas temos que observar a frase do apostolo Paulo; “Tudo me é licito, mas, nem tudo me convém”. Aí esta o “X” da questão no “convém”.

Também como eu disse lá atrás, o próprio Deus ilustra nos livros de Jeremias e Ezequiel que tinha duas esposas – Oolá e Oolibá. Jesus fala das parábolas das dez virgens que iriam se casar com apenas um homem (é bem claro que havia poligamia no NT). Abraão teve mais de duas mulheres - Gênesis 25:6 (antes de surgir o povo de Israel). Eleazar recebeu trinta e seis virgens como oferta do SENHOR - Números 31:41. E por ai vai...

Também não dá pra deixar de lado que Roma liderou as edições do NT que conhecemos hoje. Talvez fosse considerável lembrar que Paulo deu sequência à Igreja depois de terem assassinado os apóstolos e existem muitos livros de escrituras (considerados hoje como apócrifos ou perdidos) que não foram incluidos ali. Note isso comparando quando Paulo escreve aos Efésios, falando de uma só esposa, e depois aos Colossenses (cap.3) falando de maridos e esposas (no plural).

Em parte alguma do Novo Testamento há uma orientação expressa de que o casamento deve ser monogâmico ou qualquer orientação que proíba a poligamia. Além disso, Jesus não falou contra a poligamia, embora ela fosse praticada pelos judeus de sua época.

Se procurarmos um pouco mais na história da Igreja, foi a Igreja de Roma quem proibiu a poligamia, a fim de se adequar à cultura Greco-romana (que prescrevia somente uma esposa legal, enquanto que tolerava o concubinato e a prostituição). As igrejas africanas e os cristãos africanos muitas vezes lembram a seus irmãos europeus que a proibição da poligamia é mais uma tradição cultural do que uma autêntica injunção cristã.

O Alcorão também permitiu a poligamia, mas não sem algumas restrições: "Se vós temeis não serdes capazes de conviver justamente com os órfãos, casai com mulheres de sua escolha, 2 ou 3 ou 4 vezes; mas se temerdes que não sereis capazes de conviver justamente com elas, então casai somente com uma" (4:13). O Alcorão, ao contrário da Bíblia, limitou o número de esposas a 4, sob a estrita condição de que as esposas sejam tratadas igualmente. Isto não deve ser entendido como uma exortação a que os crentes pratiquem a poligamia, ou que a poligamia seja considerada como um ideal. Em outras palavras, o Alcorão "tolera" ou "permite" a poligamia.

Alguns querem entender a poligamia como utilizada em tempos de guerra. Alguns fatos da história:

Os índios nativos americanos costumavam sofrer com essa desigualdade de número entre homens e mulheres, principalmente após as perdas dos tempos de guerra. As mulheres dessas tribos, que na verdade desfrutavam de uma alta posição, aceitavam a poligamia como a melhor proteção contra a tolerância por atividades indecentes. Os colonos europeus, sem oferecerem qualquer outra alternativa, condenavam a poligamia indiana como "incivilizada" .

Após a segunda guerra mundial, havia na Alemanha 7.300.000 mais mulheres do que homens (3.3 milhões delas eram viúvas). Havia 100 homens na idade de 20 a 30 anos para cada 167 mulheres naquele mesmo grupo de idade. Muitas dessas mulheres necessitavam de um homem, não apenas como uma companhia mas, também, como um mantenedor para a casa, num tempo de miséria e injustiça sem precedentes.

Os soldados do exército aliado vitorioso exploravam a vulnerabilidade dessas mulheres. Muitas jovens e viúvas tinham ligações com membros das forças de ocupação. Muitos soldados americanos e britânicos pagavam por seus prazeres com cigarros, chocolates e pães. As crianças ficavam felizes com os presentes que os estrangeiros traziam.

Um menino de 10 anos, vendo esses presentes com outras crianças, desejava ardentemente um "inglês" para a sua mãe e assim, ela não precisaria passar fome por tanto tempo.

Devemos perguntar para nossa consciência sobre esta questão: O que dignifica mais uma mulher? Uma segunda esposa, aceita e respeitada, ou uma prostituta virtual, como no caso da abordagem "civilizada" das forças aliadas na Alemanha? Em outras palavras, o que dignifica mais uma mulher, a ordem do Velho Testamento, a prescrição alcorâmica ou a teologia baseada na cultura do império romano?

O problema do "homem-partilhado" na comunidade africana da América foi ponto de discussão em um painel realizado na Universidade de Temple, na Filadélfia, em 27.01.93 . Alguns dos palestrantes recomendaram a poligamia como um remédio potencial para a crise. Eles também sugeriram que a poligamia não podia ser banida por lei, particularmente em uma sociedade que tolera a prostituição e o concubinato. O comentário de uma das mulheres participantes, de que os negros americanos precisavam aprender com a África, onde a poligamia era praticada responsavelmente, conseguiu entusiásticos aplausos.

Leiam Philip Kilbride, um antropólogo americano e católico radical que defende a poligamia com unhas e dentes, ou mesmo o padre Eugene Hilman. Ah, e Billi Graham! Um evangélico famosíssimo e querido nos Estados Unidos. Detalhe: defensor da poligamia!

E a lei do concubinato no Brasil? Nota-se que essa lei civil brasileira já admite a poligamia estabelecendo direitos para tais amantes depois de provarem a existência de vê, como filhos ou tempo de convivência com homens já casados, isto na minha visão é uma poligamia não declarada. Soa até hipócrita.

Releva notar que muitos países no mundo de hoje, muçulmanos ou não, proibiram a poligamia. Tomar uma segunda esposa, ainda que com o livre consentimento da primeira, é uma violação da lei.

Por outro lado, trair a esposa, com ou sem o seu conhecimento e/ou consentimento, é perfeitamente legitimada. Qual é a sabedoria legal por detrás de tal contradição? A lei foi feita para premiar a decepção e punir a honestidade? Este é um dos paradoxos fantásticos de nosso mundo "civilizado".

O adultério não é mais considerado crime ou motivo de divórcio no Brasil.

Chega a ser hilário.

Reforçando que:

  • Ninguém aqui está defendendo poligamia hoje.
  • Ninguém aqui está falando que todos os homens que a praticaram estavam corretos.
  • Ninguem aqui está aceitando algo e repetindo o que aprendeu.

O profeta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias hoje é Thomas Monson. A Igreja não tem poligamia ativa hoje, não tem lei da consagração, não tem um monte de coisas. Mas já teve. Assim como os Israelitas, os povos do Velho E do Novo Testamento, profetas inclusive.

Existem razões que somente quem as vive pode falar delas.

Sabemos que estamos caminhando para uma terceira guerra mundial.

O problema da maioria das pessoas gira em torno de:

- Se é um homem que vem aqui e explica sobre a poligamia, as pessoas acham que ele é um pervertido e safado que quer usar as mulheres e ter um harém etc etc etc.

- Se é uma mulher que tenta explicar, as pessoas acham que ela é uma puritana do século IV que aceita ser usada e fazer parte do harém (além de ser acusada pelas feministas que ela tem mais é que se parecer com os homens).

- Ou vão apenas seguir os muitos críticos da Igreja que têm por aí que vivem somente de traduzir o que sites anti-mórmons dizem ao invés de gastar seu tempo trabalhando para ir buscar na fonte (Nauvoo, Kirtland, Palmyra, Church History Library, FAIR, etc etc etc) e falam a todo instante que tudo isso foi erro dos profetas do inicio da Igreja, da Biblia etc etc etc.

Quem acredita em Deus precisa avaliar se amanhã Ele disser que terá que ser assim, vou fazê-lo ou não?

Quem acredita em revelação moderna, deve estar preparado para o que nosso Profeta nos ensinará a respeito deste e de muitos outros assuntos.

Quem não acredita em Deus pode dizer o que quiser, vai apenas andar em circulos.

Quem não acredita em revelação moderna, num Deus vivo, então por que faz orações?

A poligamia pode ser ordenada novamente por Deus por qualquer motivo que ELE queira.

Se amanhã houver uma guerra e sobrarem poucos homens, eu ainda prefiro a poligamia ser efetuada do que casar todas as mulheres entre si. Ai acaba a humanidade. Principalmente se os homens que sobrarem se casarem entre si. E isso já vem acontecendo. Tudo é permitido nos dias de hoje. As pessoas prezam o politicamente correto ao invés do inspiradamente divino e aceitam tudo! Casamento Gay, pedofilia (veja Holanda e outros países que legalizaram pedofilia), até zoofilia. Mas então, por que essa antipatia irrealista contra a poligamia?

Surreal!

Imaginem o cenário de um homem, três mulheres, 3 filhos vs. dois casais com um único filho. Temos 4 salários, onde os casais poderão ter uma ligeira vantagem, visto que estatisticamente os homens ganham mais do que as mulheres (por mais que elas queiram sair nuas às ruas reinvindicando direitos de homens -mas esquecem-se de ser mulheres).

Duas casas vs. uma maior, com dois carros a levar dois filhos a dois colégios, em contrapartida com um adulto a levar 3 filhos a um colégio (sendo que os outros são responsáveis por outras tarefas). À noite cada casal terá de fazer todas as tarefas diárias, enquanto no outro lado temos uma mãe para dar banho aos filhos, outra para cozinhar e outra para arrumar a cozinha.

De fato, basta ver casos no ocidente onde a poligamia existe (existem alguns nos US) e verão que existem várias vantagens do ponto de vista económico, sendo as desvantagens de outra ordem. Curioso é o fato de ver que neste caso, onde aparentemente não há ninguém com grandes objeções, não há também qualquer pessoa a defender frontalmente.

Claro, comparando com aqueles que pregam, defendem e aceitam o casamento homossexual, onde existe uma forte pressão (mais uma vez ajudada por alguns da mídia urbana) no sentido de ajudar esta legalização.

Se acham que estou a ser tendenciosa, façam este simples cálculo de cabeça: digam-me se sabem quantos países têm a poligamia legal, e quantos têm a união homossexual legal. Digam também quantas notícias/reportagens já viram sobre a poligamia (sem ser no National Geographic) e quantas viram sobre os homossexuais. E não deixa de ser interessante ver que quando alguém é contra o casamento homossexual, é considerado "retrógado e homofóbico", e ninguém o apelida de nada quando se é contra a poligamia. Mais interessante ainda é que a poligamia foi ordenada por Deus e permitida por Jesus Cristo na Bíblia, enquanto as uniões homossexuais foram liberal e abertamente CONDENADAS nas escrituras sagradas. Mas as pessoas consideram o mau bom, e o bom, mau. Claro. Isso também está nas profecias das escrituras.
 
É bom lembrar também que o poder politico de Nauvoo 6 meses antes de Joseph ser assassinado, quando os santos foram expulsos do Missouri, contribuiu para o "pacote" geral contra a poligamia, uma vez que os santos duplicavam em número e força politica.

http://www.beautifulnauvoo.com/site/default.asp?pg=pages/hist_mormon.asp

O índice cronológico que relata os acontecimentos relativos a poligamia feito pelo jornal Salt Lake Tribune (um jornal conhecidíssimo anti-mórmon onde membros da Igreja no começo do século XX que o assinavam eram excomungados) a respeito da poligamia na Igreja, a divisão com a Fundamentalista depois da revelação de Woodruff e os acontecimentos relativos àquela Igreja também. O mais completo que encontrei até agora.

http://extras.sltrib.com/specials/polygamy/Timeline.asp
 
Sobre a cultura greco-romana onde a Igreja Romana queria se adequar, eles proibiram a poligamia, estabelecendo o casamento entre um homem e uma mulher, mas ambos tinham o direito de terem relacionamentos HOMOSSEXUAIS e extra-conjugais com quem quisessem, defendidos por lei.
 
Alguns preferem pensar então que Deus desaprovou hoje algo que Ele previamente aprovou. Outros que Ele restaurou o casamento ao Seu plano original como havia feito a Adão e Eva, afinal a poligamia não está nas escrituras devidamente explicada como intenção original de Deus. Será mesmo que Deus criaria um só casal para serem os pais da humanidade e Ele sequer pensou na poligamia para povoar a terra? Sério que somos tão inocentes assim? Ah, mas Ele permitiu aos Seus melhores servos ter mais de uma mulher.

Hoje em dia as opiniões são hipocritamente divididas entre as pessoas. Alguns sugerem o celibato, outros preferem o infanticídio feminino (que ainda acontece no mundo de hoje em alguns lugares), muitos são a favor do aborto, liberalmente assassinato de sangue inocente. Outros, ainda, podem achar que a única saída é a sociedade tolerar todas as formas de permissividade sexual.

Algumas questões:

  • Deus revela a poligamia a Moisés e diz: "Mas, se desposar (a serva) com seu filho, fará com ela conforme o direito das filhas. Se lhe (ao filho) tomar outra (mulher), não diminuirá o mantimento desta (outra), nem a sua veste, nem a sua obrigação marital" (Exodo 21:9-10).
  • Em 2 Samuel 12:8, Deus, falando através do profeta Natã, disse que se as esposas e concubinas de Davi não fossem suficientes, Ele teria providenciado ainda mais para Davi.
  • Em Ezequiel 23:1-4 o próprio Deus diz que tem duas esposas: Israel e Judah.
  • Jesus não falou contra a poligamia no NT, Ele até contou a Parábola das Dez Virgens, que alguns apenas querem ver pelo lado de "estar preparado". Aliás, Jesus em Mateus 5:17 disse: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim revogar, mas cumprir" .

Se Deus ama a todos nós, homens e mulheres igualmente, por que então iria conceder o direito da poligamia se não fosse benéfica tanto para o homem como para mulher?

É interessante também pensar que os criticos acreditam no livro de Mórmon quando este serve para combater algo que estamos falando. Mas é justamente pelo Livro de Mormon dizer que o Senhor poderá SIM ORDENAR a poligamia que eu a aceito EM CASO de que o Senhor ORDENE.

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