September 22, 2009

Liberdade e Fanatismo


"The spirit of God… is also the spirit of freedom."


O Espírito do Senhor é também o Espírito de Liberdade.

~Alma 61:15

"The gospel is not a philosophy of repression, as so may regard it. It is a plan of freedom that gives discipline to appetite and direction to behavior."

O Evangelho não é uma filosofia de repressão, como alguns o consideram. É um Plano de Liberdade que nos dá disciplina aos apetites e direção ao comportamento.

~Gordon B. Hinckley


Gostaria de comentar isso.

Alguns pensam em liberdade como livre de religião, seja ela qual for. Alguns ainda dizem que a religião une ou separa os povos ou se é o ópio do povo.

Entre entender o verdadeiro sentido do evangelho de Cristo e o fanatismo e intolerância com que alguns o abraçam, e também o criticismo mas nenhum reconhecimento por alguns que, mesmo, foram vítimas do fanatismo de outros, fica a pergunta se estamos totalmente em sintonia com os Ensinamentos de Cristo a ponto de reconhecer Seu Evangelho como a única fonte verdadeira de Liberdade.

Ainda entendemos por Igreja e Evangelho como vindo do Exemplo que estudamos sobre a Inquisição realizada e Intolerância generalizada, bem como racismo e discriminação do julgar-se Superior ao outro, ou interiorizamos o Amor genuíno que Cristo nos ensinou?

Quanto tempo é necessário viver os ensinamentos de Cristo para realmente mudarmos nossas tradições? Ou, o que precisamos em nossa vida ter ou acontecer para que possamos enterrar nossas armas e entender realmente o que Cristo ensinou?

Será que liberdade é repudiar a sociedade em que vivemos porque andamos amarrados a leis, regras e regulamentos que sufocam esta liberdade?


Será que liberdade só existe quando o indivíduo consegue livrar-se das restrições que a civilização nos impõe?

Será que somos todos escravos da sociedade de consumo?

Há pessoas que na sua ânsia de experimentar uma liberdade genuína, se lançam numa louca procura de toda a espécie de prazer, porque, dizem, só assim é que se sentem realizadas.

Mas a resposta não está no prazer, como muitos jovens já estão a descobrir, e constatamos que estes ainda continuem insatisfeitos. Pior ainda é o que acontece quando alguém fica escravizado pelas próprias coisas que ele pensava iam trazer-lhe a liberdade. Eis o caso de milhares de jovens que, na sua revolta contra a sociedade, pensam encontrar na droga, no sexo e no prazer a sua "libertação", só para descobrirem, no entanto, frustração. Confundem liberdade com libertinagem e acabam por descobrir, afinal, que essa "liberdade" não passa de um sonho.

Muitas pessoas gabam-se da sua liberdade. Gostam de dizer que estão livres para fazer o que lhes apetece. Vão para onde querem, e para onde não querem não vão. Não querem estar amarradas a nada, nem esposa, nem família, nem filhos, e afirmam que nem Deus pode amarrá-las. Será que isso não é puro egoísmo?

A realidade é que, por mais que se fale em liberdade, os homens não são livres. Cristo afirmou isto quando, uma vez, ofereceu a liberdade aos homens do seu tempo. Ele disse: “Conhecerão a verdade e ela os fará homens livres”; isto porque é a própria verdade que liberta.

A verdade a qual Cristo se referiu é esta: somos escravos de vícios, preconceitos e pecados e precisamos de um Salvador / Libertador.

Neste sentido, Liberdade é: ser perdoado do passado; ser livre do sentido da culpa; ter o poder para escolher e fazer coisas certas; ter auto-domínio; ter a capacidade de perdoar e amar os outros; não ser escravizado por nada; ter a paz de Deus.
Cristo disse:

“Se o Filho de Deus vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8.36)

"Um fanático pode até ser religioso, mas está longe de ser cristão."


Concordo, mas, não existe fanatismo racional, em que pese o fato de um certo tipo de razão (instrumental, cínica, etc) também ter cometidos os seus desatinos e crimes . Assim, para o fanático religioso, não basta adorar um Deus visto como Senhor absoluto, é necessário ser soldado dele na terra, lutar pela causa superior, pregar, exorcizar, forçar os "infiéis" ou "divergentes" à conversão absoluta, à qualquer preço.

O problema da religião não é a paixão "fé", mas a inquestionalidade de seu método. O método de qualquer religião traz uma certeza divulgada em forma de monólogo, jamais de diálogo ou debate de idéias. Vemos pessoas nas comunidades do orkut por exemplo dizendo que não devemos debater a doutrina, que é mera especulação.

Do ponto de vista psicopatológico, todo fanatismo parece ter relação com a fuga da realidade. A crença cega ou irracional parece loucura quando se manifesta em momentos ou situações específicas, porém se sua inteligência não está afetada, o fanático aparentemente é um sujeito normal. No entanto, torna-se um ser potencialmente explosivo, sobretudo se o fanatismo se combinar com uma inteligência tecnologicamente preparada. Fanático inteligente é um perigo para a civilização .

O mundo fanático foi dividido entre "os eleitos" e os que continuam nas trevas e que precisam ser salvos ou serem combatidos por todos os meios, pois "são forças do mal". E aí entra a intolerância muitas vezes virada ao avesso pelo fanático que pensa combater aquele que ele acha que é o fanático da história.

O sentimento que no fundo sustenta o fanatismo e o fascismo não é a fé, nem o amor [Eros], mas o ódio [Thanatos] e a intolerância. O desejo do fanático "autêntico" é dominar o mundo com seu sistema de crença cheio de certeza. No plano psíquico, o lugar do recalque torna-se depósito de ódio e desejo de eliminar todos os que atrapalham o seu ideal de sociedade.


"É fácil estabelecer a ordem de uma sociedade na submissão de cada um dos seus componentes a regras fixas. É fácil moldar um homem cego que tolere, sem protestar, um mestre ou um Corão. Mas é muito diferente, para libertar o homem, fazê-lo reinar sobre si próprio.


"Mas o que é libertar? Se eu libertar, no deserto, um homem que não sente nada, que significa a sua liberdade? Não há liberdade a não ser a de «alguém» que vai para algum sítio. Libertar este homem seria mostrar-lhe que tem sede e traçar o caminho para um poço. Só então se lhe ofereceriam possibilidades que teriam significado. Libertar uma pedra nada significa se não existir gravidade. Porque a pedra, depois de liberta, não iria a parte nenhuma. "

Antoine de Saint-Exupéry, in 'Piloto de Guerra'
 
Aquele que conseguiu achegar-se mais a Deus, fora aquele que se conheceu melhor, assumindo limitações e potencial. Toda criatura que possui virtudes não as ostenta. Tal qual a violeta, simplesmente espalha seu discreto perfume e se esconde entre a folhagem farta.

Pratica o bem com desinteresse completo, e inteiro esquecimento de si mesma. A virtude, no mais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem.

As criaturas verdadeiramente virtuosas desconhecem que o são. Muitas passam quase despercebidas pelos homens, mas sempre conhecidas de Deus. E não se precisa alardeá-las.

Há uma linha muito tênue entre obediência por obrigação ou por amor ao evangelho e à Deus.


Obediência a Deus em primeiro lugar pode resultar no pagamento de um elevado preço sob um governo opressivo, e milhões de cristãos ao longo da História têm pago esse preço. O verdadeiro cristão sempre teme a Deus antes que aos homens, e entre a obediência a Deus ou aos homens, ele escolhe a primeira, seja esta vinda por meio do Espírito ou de um Líder do Sacerdócio.

Talvez por isso, nas Regras de fé, o amor a Deus venha antes da obediência a quem quer que seja (RF 11 2 12).

“Buscai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33)

Mas Pedro diz: “...mais importa obedecer a Deus do que aos homens.” Atos 5:29.

Mas é por meio da Obediência que as bênçãos vêm. Por quê não querer obedecer as diretrizes de um líder do sacerdócio? As grandes decisões envolvem muita coragem, e essa é movida pela fé, e sem fé é impossível agradar a Deus (Heb. 11:6). É muito simples, e próprio do ser humano, acomodar-se às circunstâncias.

Mas é sempre mais fácil contemporizar com o pecado que rechaçá-lo, principalmente quando está em jogo um expressivo salário, um bom emprego, um amor bonzinho ou um desejo próprio. Óbedecer nem sempre significa pagar com a vida. E o fanatismo entra justamente aí. Longe, porém, de ser a melhor atitude, demonstra ser a maior falta de fé naquEle que disse ao ressuscitar: “É Me dado todo o poder no Céu e na Terra” (Mat. 28:18).

E este poder é facultado a todos, nas expressivas palavras: “Pedi, buscai, batei” (Mat. 7:7). E isso ensinou Jesus que fosse feito com insistência, exemplificando no caso da viúva e o juiz iníquo (Luc. 18:1-8). Se ela perseverasse, seria vitoriosa, como de fato ocorreu.

Muitos hoje não vêem o poder celestial em suas vidas, porque têm baixado as normas divinas ao nível do mundo, pois tal não lhes exige sacrifício ou determinação. Ajustam-se assim em um conformismo perigoso. Desanimam em lutar pela fé que têm, conformando-se e até chamando de fanatismo se o fazem.


Mas é certo que, diante da lealdade, verdade e sinceridade, todos os sinceros e leais terão que se dobrar. Preconceitos desaparecem e as portas se abrem.

"Estar acima das coisas do mundo" - não é fanatismo.

Daniel foi fiel à Deus e foi salvo pelo Senhor na Cova dos Leões. Abinadi foi fiel também e foi queimado vivo. Os 3 amigos de Daniel também, os três hebreus – Ananias, Azarias e Mizael – não se curvaram diante da estátua de ouro no campo de Dura (Dan. 3:1 e 12). E assim também milhões de cristãos foram torturados e mortos ao passar dos séculos.

Talvez o Senhor não esteja muito preocupado com os fins, mas com os meios, como vivemos esta ObediÊncia. Se com liberdade mas comprometimento e amor à Ele.

Mas, como na planície de Dura (Daniel 3) é que a Verdade não estava com a maioria. Você precisa conhecer a Verdade por você mesmo para não ser desencaminhado pela multidão, pois quem acompanha a multidão permite que outros ditem suas ações. E, quando se conhece realmente a verdade, percebe-se que esta está acima de qualquer coisa, e é isto que nos faz livres.

Voltaire disse que o fanatismo é para a superstição o que o delírio é para a febre. Preferir obedecer e buscar e conhecer à Deus está acima das defeituosas e ineficientes e pré-históricas leis de homens e ainda acima do fanatismo produzido pelo mesmo. E também seu antídoto criado pelo mesmo, que, ao negar uma lei divina, isto nos faz 'livres'.

O objetivo da obediência ao Pai Celestial é tornar a alma tranquila e o fanatismo é incompatível com a tranquilidade. Voltaire mesmo continua e diz que se a nossa religião 'tem sido frequentemente corrompida por esse furor infernal, é à loucura humana que se deve culpar', não à obediência a Deus.
 
É justamente o entendimento das pessoas em relação ao que aprendem o que faz a grande diferença.


As causa do fanatismo é a parca educação que nossa sociedade tem. São cegos que apenas ouvem aquilo que lhes faz bem ouvir e tornam-se fanáticos. Temos exemplos bem atuais de fanatismo de toda espécie. Pois bem sabemos que se há educação, acabam-se por ter uma melhor razão, há melhor discernimento, há melhor o assunto; pode-se discutir com mais clareza. Sendo assim fica-se mais tranqüilo, pois que temos a segurança do nosso pensar. O fanatismo advém justamente da insegurança, da falta de argumentação e acabam nos punhais, não, nos canhões, nas bombas poderosíssimas...

Como seria bom se perdêssemos essa insegurança, para poder conseguir a tranqülidade e a serenidade.

Infelizmente a incapacidade de pensar e agir de forma autentica e clara não é um mal contemporâneo, e disso aproveitam-se com grande sabedoria os velhacos e tiranos que não querem um povo esclarecido, pois perderiam o instrumento de sua vontade.
 
O Equilíbrio é o oposto do Fanatismo. Se sei dosar o tempo que dispendo em atividades que me completam e que se completam entre si durante o dia, com certeza não ficarei fanático, e estarei usando a minha liberdade de forma vantajosa.
 
Fernando Pessoa escreveu:


Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...


Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!


Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.


O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...


Algumas pessoas colocam a ideia de liberdade neste patamar: Que liberdade eh fazer o que se bem pensa sem cuidar das consequencias.

Mas Cristo alem de ser perfeito nas financas (nunca fez dividas nem se preocupou com as coisas deste mundo), e, muito pelo contrario do que Pessoa diz, sua Biblioteca era sua vida e o armazenamento das coisas que lhe foi ensinada pelo Pai, nao somente nos ensinou que Liberdade ha quando com Responsabilidade.

Ser livre nao eh ser Anarquista, mas sim ser o dono de si mesmo, sem dever favores a aqueles que nao lhe levam ao caminho correto.

Somos donos de nossas escolhas mas nao de suas consequencias, logo, ser livre impoe responsabilidade, uma vez que sendo livres com retidao, ja sabemos nossas consequencias e podemos planejar nossa colheita.

Ser fanatico eh pregar que se eh livre e obrigar os outros a seguirem um padrao disciplinar, e, se nao o fazem, sao " perdidos". Nao, ser livre realmente inclue descobrir por si mesmo que, se se pode ter o melhor, pra que se contentar com menos.

Primeiro as coisas mais importantes da vida.

E ai estao as que levaremos conosco.

O resto sao as consequencias.

Maquiavel já dizia que sob corrupção, a monarquia se transforma em despotismo; a aristocracia, em oligarquia; e a democracia em permissividade. Dizia ainda que um povo acostumado a viver sob um monarca (ou um militar no nosso caso) ganha a liberdade não sabe como mantê-la.


E prossegue garantindo que é “o que acontece com um povo acostumado a viver sob leis alheias; não sabendo garantir sua própria defesa, nem defender a coisa pública dos atentados inimigos, cairá logo sob um jugo muitas vezes mais intolerável do que aquele do qual se libertou.”

Mas, isto ocorre quando tal povo encontra-se complemente corrompido, e, conseqüentemente, a liberdade não pode vingar. É o que se dá nas nações em que o correto encaminhamento do bem público sobrepõe-se sobre o mal encaminhamento, o Estado acaba por recobrar a liberdade, mas com muita dificuldade, pois encontrará “inimigos engajados” (os que tiravam vantagens da situação anterior) e apoiadores não engajados. Tal se dá porque o Estado fundado na liberdade (por extensão na igualdade, e vice-versa) só reconhece privilégio e dá prestígio aos cidadãos que são merecedores de tal honraria. E o legítimo merecedor não necessariamente deve ser grato.

Além disto, as vantagens da liberdade não são palpáveis ou visíveis a olho nu, quando possuídas. Além do povo querer se vingar de quem lhe tirou a liberdade partindo então para uma anarquia pessoal que aumenta nos grupos.

Um povo corrompido que recobra a liberdade só com grande dificuldade poderá manter-se livre e viver em segurança. Como ele mesmo disse, apenas quando cortamos a cabeça (o governo na ocasião) tendo o tronco ainda intacto é que conseguimos manter a ordem e a liberdade.

Vejam a resenha de Discorsi num pensamento sobre a liberdade do povo sob corrupção do Psicólogo Maquiavel:

http://209.85.173.104/search?q=cache:9jVdfrvvdfMJ:www.pucsp.br/pos/filosofia/docente/a_liberdade_civica_no_Discorsi_Hypnos.doc+como+manter+a+liberdade+em+meio+%C3%A0+corrup%C3%A7%C3%A3o&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=us


"A Maior Batalha da Vida é travada dentro dos aposentos silenciosos da alma. A vitória do interior do coração humano vale por centenas de conquistas nos campos de batalha. Ser senhor de si mesmo é a melhor garantia de que se conseguirá dominar qualquer situação. Conheça a si mesmo. A coroa do caráter é o Autodominio."


(KIMBALL, Spencer W. - O Milagre do Perdao)

Aplicando isto a como manter a liberdade numa democracia, digo que a democracia no Brasil nao apresenta valores e se transforma com facilidade num totalitarismo visível ou encoberto. A origem do totalitarismo moderno deve ser vista na negação da dignidade transcendente da pessoa, sujeito natural de direitos que ninguém pode violar; nem o indivíduo, nem a família, nem a sociedade, nem a nação, nem o Estado.


Temos uma vibrante defesa da liberdade e dos direitos humanos, na maioria das vezes, sem entender e saber o que sao.
 
Uma das doenças culturais do nosso tempo é o empenho em contrapor verdade e liberdade. As convicções, mesmo quando livremente assumidas, recebem o estigma de fundamentalismo ou fanatismo, como queiram.


Impõe-se, em nome da liberdade, o dogma do relativismo. Trata-se, na feliz expressão do cineasta marxista Pier Paolo Pasolini, da “intolerância dos tolerantes”, que, obviamente, conspira contra o sadio pluralismo democrático.

Quem tem denunciado a ditadura do relativismo como um dos grandes desvios da cultura contemporânea eh o Papa atual, seguindo o que Joao Paulo II tinha comecado com a enciclica " Verdade como fundamento da Liberdade" .

Li um comentario ao pensamento do novo papa feito por René Girard, professor emérito de antropologia da Universidade de Stanford (EUA). Ele sublinha que o “pós-modernismo é dramático ao dizer que não há valores absolutos, que não há uma verdade, que a linguagem não pode alcançar a verdade.

Bento XVI, à semelhança de seu antecessor, “sabe por experiência pessoal que sem religião as sociedades caminham para a ruína.”, conclui Girard.

Mas, na verdade, qualquer pessoa sensata é capaz de intuir que os estragos causados pelo fanatismo, este fundamentalismo relativista, são dramaticamente evidentes. O dogma do subjetivismo não fraturou apenas a espinha dorsal da democracia ocidental. Na verdade, ele está no cerne da espiral de violência e insensatez que, diariamente, vai esgarçando as relações humanas

O que vejo nossos profetas sempre nos alertando quanto a tolerancia, mas a verdade mesmo acima da liberdade, vai de encontro e torna-se um desafio da Etica conjugar liberdade e verdade, mas eh uma escolha pessoal optar por se abrir os olhos e enxergar o proximo como Cristo o fez.

Digo:
Exatamente como Ele o fez.

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