September 22, 2009

Alegoria da Oliveira

A Alegoria da Oliveira, como descrita em Jaco 5, no Livro de Mormon ( http://scriptures.lds.org/pt/jacob/5 ) eh uma das passagens de escritura mais incriveis que existem.

Este post tem a finalidade de agrupar tudo o que temos a respeito da Alegoria.




No Gospel Doctrine é maravilhosa a explicação que se faz de algumas passagens. Interessante o paralelo feito do Quarto ramo com o povo de Lehi, é bem claro isso:


http://www.gospeldoctrine.com/Jacob5.htm


Já na LDS Living Magazine, consegui on line um link de um professor que dá as explicações para os verbos da alegoria, e é também fascinante, principalmente os verbos Dig About, Grieve e Dung:

http://www.ldsliving.com/bom13.asp


Na Meridian, a explicação sobre a Casa de Israel é a melhor:

http://www.ldsmag.com/bookofmormon/080404tree.html


Ainda, a explanação feita pelo Instituto Maxwell é a mais abrangente:

http://farms.byu.edu/display.php?table=review&id=203


Karla Neves, membro da Igreja, fez uma tese de mestrado em Traducao e Interpretacao sobre a Alegoria - e esta foi avaliada por varios especialistas na Area de Traducao e confirmaram a excelencia da mesma:


(Parabens a Karla!!)

http://209.85.173.104/search?q=cache:7yOmNM_SDhEJ:www.letras.etc.br/inicie/1/KarlaNeves.pdf+ALEGORIA+DA+OLIVEIRA&hl=en&ct=clnk&cd=1&gl=us
A oliveira é, pela primeira vez, mencionada em Gn 8.11, quando a pomba voltou para a arca de Noé com um ramo daquela árvore.


Havia na Terra Santa muitas oliveiras, quando os israelitas tomaram posse dela (Dt 6.11) - e acham-se associadas com as vinhas como sendo uma fonte de riqueza (1 Sm 8.14 - 2 Rs 5.26).

As azeitonas eram colhidas, batendo a árvore, ou sacudindo-a (Dt 24.20) - e era destinada para os respigadores uma parte (Êx 23.11). o azeite era extraído, esmagando ou pisando o fruto (Êx 27.20 - J12.24 - Mq 6.15).

Há referência ao uso da madeira de oliveira em 1 Rs 6.23 - e ainda se emprega na Palestina em obra de gabinete. Uma coisa tão conhecida era naturalmente empregada como símbolo.

Um homem justo é comparado à oliveira por causa da sua verdura e da sua abundância (Sl 52.8 - os 14.6), e os seus filhos são descritos como ramos de oliveira (Sl 128.3). Elifaz diz dos maus: ‘E deixará cair a sua flor, como a oliveira’ (Jó 15.33), referindo-se à maneira como algumas vezes as flores caem abundantemente da árvore. o fruto da oliveira, no seu estado silvestre, é pequeno e sem valor - mas torna-se bom e abundante quando na silvestre se enxerta um ramo de boa árvore.

Paulo serve-se desta circunstância de um modo admirável para mostrar aos gentios os benefícios que haviam recebido do verdadeiro israel (Rm 11.17) - é contrário à natureza, diz ele, enxertar um ramo silvestre num tronco de boa árvore.
 
Em nenhuma parte da Bíblia é contada a Alegoria da Oliveira inteira como no Livro de Mórmon.



Em hebraico, zayit, a Oliveira representa a Casa de Israel, ela era famosa por seu fruto, seu óleo e sua madeira. Os povos orientais reputavam-na como um símbolo de beleza, força, da bênção divina e da prosperidade!

Na antigüidade as azeitonas eram postas na prensa, para que, pelo peso da alavanca mais o peso das pedras que imprensavam a azeitona, o azeite pudesse ser produzido. O processo era assim: o peso da primeira pedra produz o primeiro e mais puro azeite, que era usado para cerimônias de unção e consagração; outras pedras acrescidas produzem azeite de qualidade inferior para uso doméstico, iluminação, sabão Dt 8:8; Ex 27:20; Ml 3:2.

Portanto faz-se necessário o uso da prensa para que o azeite possa ser produzido! Não se engane, somente quando nossas vidas são "prensadas" pelo Eterno é que somos habilitados a produzirmos o "puro azeite para unção"!

Portanto o azeite é considerado o óleo sagrado de unção, e significa a Expiação no Jardim das Oliveiras.

Este azeite para unção usado ainda hoje pelos judeus não procede de qualquer um, mas somente daquelas azeitonas que foram previamente escolhidas e depois prensadas a fim de liberarem de si este óleo para unção dos reis, sacerdotes e profetas.

Considera-se que, muitas vezes estamos sendo "prensados" pelo Eterno e este ato nos causa muitas dores! Para alguns chega a ser quase insuportável e chegamos até mesmo a dizer: "Senhor, por favor, pare, pois a dor está me massacrando!" Mas, quando o Senhor acaba de nos "prensar" sai o óleo fresco que ungirá, assim como aconteceu no Getsemane.

A Alegoria fala da árvore em si, desde a época dos judeus, suas divisões (ramos replantados - 4º ramo sendo a família de Leí), seus frutos, sendo que os ramos em solo bom deram frutos ruins, e a grande apostasia que virá antes da Segunda Vinda de Cristo.

E arrebatamento, milênio e julgamento final.

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